TÚNEL DO TEMPO
A nossa personagem do “Túnel do Tempo” desta semana é a empresária Lucinéia Aparecida Fonseca de Oliveira, a Néia da Contabilista, de 51 anos, viúva do saudoso Mathias Neves de Oliveira. Alguns “palpiteiros” do ‘Túnel’ não encontraram dificuldade em identificar a Néia. “Conheço a Néia desde os tempos em que ela trabalhava na Auto Peças Elias. Quero o meu prêmio em Euro”, mandou dizer o Fião Garapeiro. “Sem dúvida, crava aí, é a Néia”, acrescentaram o Carlão do Jardim Atlântico e o Renato Vieira da Vila Operária. “Prezado Matraca, ‘salvo engano’, o personagem do ‘Túnel do Tempo’ é a Lucinéia Oliveira, esposa do saudoso Mathias”, acrescentou o Dr. Ednaldo Aguiar… Pois é Dr. Ednaldo, o Matracoso consultou o “engano”, o senhor não foi ‘salvo’ e acaba de ser desclassificado. Ah, ah, ah…
Já o radioclubino Tonico Maravilha, ainda escaldado com o tacho de garapa do Fião, preferiu não correr nenhum risco.
BOLA MURCHA…
E a grande bola murcha… – que pode ser considerada da história do túnel do tempo -, seria a própria Néia, pois vejam só a pérola que ela mandou para o chefe Samuca: “Primeiro quero agradecer seu apoio incondicional durante esse ano que passou, entre uma e outras turbulências tudo foi solucionado com a ajuda da sociedade de Rondonópolis. Hoje, após a circulação do Jornal A TRIBUNA, recebi varias ligações, querendo saber se é eu que estou no túnel do tempo? Até eu fiquei na dúvida, tá parecendo eu mesma, mais nem eu sei quem é.”
Depois desta, a premiação vai ter que ficar suspensa e os agentes matracosos vão pedir a ajuda do Agente Jurubeba, que está circulando pela cidade, e sair a campo para investigar melhor se a foto seria mesmo da Néia. Mistérioooooooooooooooo!!
FILOSOFIA PAI D’ÉGUA
E diz que a educação está tão ruim no Brasil, mas tão ruim, que nem se encontra mais aquelas mulheres que leem a mão.
Ah, ah, ah, ah, ah…
CONSULTANDO A CIGANA…
PIADA
Diz que um político foi fazer uma visita a uma escola e entra numa sala de aula no meio de uma discussão sobre significado das palavras. A professora pergunta se ele gostaria de conduzir o tema na discussão da palavra “Tragédia”. Ele aceita e pede à turma que lhe de um exemplo de tragédia. Um garoto se levanta e diz:
– Se meu melhor amigo está brincando na rua e um carro o atropela, isto seria uma tragédia?
– Não – diz o político – isto seria um ACIDENTE!
Uma garotinha levanta a mão:
– Se um ônibus escolar levando cinquenta crianças – pergunta ela – caísse na ribanceira, matando todo mundo, isto seria uma tragédia?
– Também não – explica o político. Neste caso seria uma GRANDE PERDA.
A sala fica em silêncio. Nenhum voluntário. O político olha para a turma:
– Não há ninguém aqui que pode me dar um exemplo de tragédia?
Finalmente, lá no fundo da sala, um garotinho levanta a mão. Com uma voz tranquila ele diz:
– Se o prédio da Câmara, com todos os deputados dentro, fosse atingido por um míssil, matando todos os ocupantes, isto seria uma tragédia?
– Fantástico! – exclama o político – Correto! E você, pode me dizer por que seria uma tragédia?
– Bem, – diz o garoto – porque não seria um ACIDENTE, e também não seria uma grande PERDA!
Ah, ah, ah, ah, ah…



