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A pacificação no trânsito em Rondonópolis envolve uma mudança de comportamento e mentalidade que só vai ter resultados com o tempo e com a contribuição dos cidadãos.
A tendência é que, com a adoção dos sistemas punitivos e educativos necessários, a população possa ir deixando as más práticas no trânsito. O exemplo de punição deixa claro às pessoas que imprudência e irregularidade no trânsito não tem mais espaço.
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Para se ter ideia, dados parciais dos órgãos de segurança pública, como Polícia Militar e Polícia Civil, mostram que o número de mortes no trânsito em Rondonópolis, quando todo sistema de controle estava à deriva, chegou a 56 casos em 2024, a 63 casos em 2022 e a 68 em 2021.
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Os números de 2025 não foram fechados, mas ainda devem vir altos considerando que todo sistema antigo estava em vigor no trânsito local, com muita imprudência sendo registrada.
A esperança é que, com a intensificação das novas medidas tomadas pelas autoridades, em conjunto com o Judiciário, resulte na redução da mortandade no trânsito ao longo de 2026.
Por mais que haja um discurso político temerário da oposição contra as novas medidas em curso em Rondonópolis, o restabelecimento da ordem não pode ser negligenciado, sob pena das tristes sequelas persistirem no trânsito local.
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Nessa realidade, um bom sinal é que a gestão do prefeito Cláudio Ferreira iniciou em 2025 um intenso trabalho de organização viária, com reforço de ações relativas à sinalização horizontal (pintura na via), sinalização vertical (instalação de placas) e ainda de implantação de rotatórias e de mudança de sentidos de vias, com o objetivo de melhorar o fluxo de veículos e aumentar a segurança para motoristas e pedestres.
Outra necessidade é intensificar as campanhas educativas junto à sociedade, tornando esse trabalho algo rotineiro, a exemplo da campanha de conscientização e combate à imprudência entre os cidadãos rondonopolitanos, iniciada junto à mídia no final do ano passado pela Prefeitura de Rondonópolis usando personagens reais de casos que causaram grande comoção na sociedade, justamente para despertar para a gravidade do problema.
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