Durante encontro: Bispo confirma congresso diocesano para o mês de agosto

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Catequistas representantes das 22 paróquias da Diocese de Rondonópolis-Guiratinga participaram, neste fim de semana (sábado, 25), nas dependências da Mitra Diocesana, do segundo módulo do Curso Teológico Catequético, já tradicional na Diocese.

A etapa foi a segunda de um total de três, ministrada pessoalmente pelo bispo Dom Maurício da Silva Jardim, com foco na “iniciação a vida cristã”, prioridade catequética diocesana, alinhada com a nacional a partir da “renovação catecumenal”, inspirada nas primeiras comunidades e nos primeiros cristãos.

Segundo o bispo, trata-se de uma formação básica geral para catequistas de Batismo, Primeira Eucaristia, Crisma e iniciação para adultos, baseada no primeiro anúncio da Boa Nova de Jesus.

“E que será, em 2025, desmembrada e específica para cada modalidade, como parte de um projeto a ser efetivado, com a implantação em todas as paróquias da Diocese a partir de 2026”, aponta.

Dom Maurício acrescentou que o terceiro módulo, deverá ainda “aprofundar” a metodologia dos encontros de catequese no sentido de promover a iniciação a vida cristã com a real inserção de cada pessoa na sua comunidade.

CONGRESSO DIOCESANO

No encontro, o bispo também confirmou para 18 de agosto, no Centro de Eventos Santa Terezinha, o Congresso Diocesano de Catequese que terá como preletora a assessora nacional de catequese, Irmã Maria Aparecida, abordando o tema a “Iniciação a Vida Cristã na Renovação da Comunidade” e lema a “A palavra de Deus crescia e o número dos discípulos se multiplicava”, citação do Livro dos Atos dos Apóstolos, capítulo seis, versículo 7.

“A base de toda catequese é o encontro com a pessoa de Jesus e uma pessoa depois que faz esse encontro vai se tornando autônoma, se insere em uma comunidade e será uma buscadora por toda vida, por isso que é um caminho permanente essa formação”, ensinou Dom Maurício.

ÁFRICA

Durante o segundo módulo da formação, Dom Maurício lembrou a experiência de sua estadia de três anos e meio na África, onde é mais comum o batizado de adultos, e a comunidade leva a formação tão a sério que “reprova” alguns candidatos ao Batismo, por exemplo.

Ao final de cada um dos três anos de catequese, explica o religioso, “tem uma avaliação e a comunidade, às vezes, pede para a pessoa repetir o ano porque não teve bom comportamento de Cristão”.

É uma novidade tão forte, continuou o bispo, que a pessoa “é uma antes e outra depois do encontro pessoal e seguimento permanente ao próprio Jesus”.

CHEGADA E PARTIDA

Dom Maurício esclareceu ainda que, no conjunto dessa formação, o Congresso de agosto será uma conclusão para o conteúdo dos três módulos da formação geral desse ano, mas também marcará o início para a implantação do novo projeto.

“É um ponto de chegada dessas etapas de formação do Curso Teológico, da caminhada 2024, mas também será um ponto de partida para a implantação do novo projeto; o Congresso impulsionará para que 2025 seja o ano da formação (específica de cada modalidade da catequese) e 2026 o ano de implantação do projeto em todas as paróquias”, finalizou Dom Maurício. (Pascom Diocesana)

 

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