
As aulas estarão suspensas na Universidade Federal de Rondonópolis (UFR) a partir do dia 3 de junho. A paralisação acontece após os professores aprovarem a adesão à greve por tempo indeterminado. A decisão foi tomada nesta quinta-feira (23) em assembleia geral. A maioria dos docentes aprovou a adesão à greve.
Na votação, durante a assembleia da categoria, 86 professores foram favoráveis à greve, enquanto 28 foram contra. Houve, ainda, três abstenções.
Os docentes da UFR reivindicam a recomposição do orçamento das universidades federais; a recomposição salarial da categoria docente; a revogação dos atos do governo federal que ferem o direito dos trabalhadores da educação; e a reestruturação da carreira docente.
Os professores agora se unem aos técnicos administrativos da UFR que aderiram ao movimento nacional e estão em greve desde o dia 22 de março.
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IFMT
Além da UFR, a paralisação também acontece no Instituto Federal de Mato Grosso (IFMT), campus de Rondonópolis. Técnicos e professores do Instituto aderiram ao movimento grevista nacional e suspenderam o calendário acadêmico por tempo indeterminado desde o último dia 8 de abril.
De acordo com o comando de greve, a adesão do IFMT de Rondonópolis à greve nacional foi decidida em função de o Governo Federal ter ignorado todas as propostas de recomposição salarial entregues pelas entidades do setor da Educação Federal.
Ainda no Estado, a Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) também está em greve.




