Operações da autarquia devem ter início com 45 ônibus rodando ao mesmo tempo (Foto – A Tribuna)

Mais um passo foi dado para colocar em funcionamento a Autarquia Municipal do Transporte Coletivo (AMTC). Ontem (21), foi publicado no Diário Oficial do Município a lei 12.263, de 17 de julho de 2022, que destinou R$ 10,5 milhões para a autarquia.

A expectativa é que a AMTC comece a operar em 1º de julho, quando vence o contrato emergencial com a concessionária Cidade de Pedra.

Conforme a lei, o valor destinado para o funcionamento da autarquia já estava previsto no orçamento do Município. Do total encaminhado para a AMTC, R$ 10.517.000,00, R$ 3.955.000,00 saíram da Secretaria Municipal de Infraestrutura e R$ 6.616.000,00 saíram da Secretaria Municipal de Transporte e Trânsito.

Esse valor deverá ser destinado para equipamentos, materiais, investimentos, serviços de tecnologia e comunicação, obras e instalações, remuneração e encargos sociais, e manutenção do transporte coletivo, que incluem materiais de consumo e despesas com pessoal.

A maior parte dos recursos, segundo a lei, será direcionada para a contratação de mão de obra terceirizada. Somente para isto, estão previstos gastos de mais de R$ 8 milhões.

Como havia adiantado o A TRIBUNA, as operações da AMTC devem ter início com 45 ônibus rodando ao mesmo tempo e cinco veículos reservas para que se possa atender intercorrências, caso ocorram.

Nos próximos meses e com o aumento dos usuários, a AMTC deve ampliar ainda mais as linhas e horários, passando a contar com 70 ônibus atendendo a população, mais 10 veículos reserva.

A intenção é de atuar com 70 ônibus no total e, assim, manter horário de 15 em 15 minutos. Além disso, a AMTC pretende manter neste primeiro momento o valor da tarifa atual, que é de R$ 4,10.

 

 

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Atualmente, a concessionária Cidade Pedra, que conta com contrato com o Município até 30 de junho para operar o transporte coletivo na cidade, trabalha com apenas 29 ônibus para atender as linhas atuais.

Isso torna o sistema pouco eficiente e ágil e sem atender todos os bairros da cidade, o que coloca o transporte coletivo como um dos serviços mais problemáticos e deficientes de Rondonópolis.

 

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