“O que me fez entrar na política foi a possibilidade de ajudar a diminuir os problemas sociais”, declarou o advogado Ary Campos, pré-candidato a deputado federal pelo MDB (Foto – Divulgação)

O advogado rondonopolitano Ary Campos, de 33 anos, que deixou recentemente o PSB e se filiou ao MDB, está tentando viabilizar sua candidatura a deputado federal. Ele tem viajado o estado em busca de fechar apoios e votos e conta que sua prioridade, caso eleito, serão políticas voltadas para melhorar a vida das pessoas mais humildes.

“Buscamos um partido com o qual nos identificamos e sou, sim, pré-candidato a deputado federal. Fomos bem recebidos no MDB e ele tem nos dado todas as condições para a nossa caminhada. E já estamos, firmes e fortes, rodando todo o estado e divulgando o nosso nome”, informou o pré-candidato, que irá disputar sua primeira eleição.

Nascido em Itiquira, Ary Campos é advogado criminalista e primo do também advogado e ex-juiz Pedro Pereira Campos, figura muito conhecida e respeitada em Rondonópolis, com quem começou a trabalhar na advocacia.

 

 

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“Como advogado criminalista, eu consegui ter conhecimento com pessoas daqui de Rondonópolis e de outras cidades, como Água Boa, Confresa, Canarana e outras. Eu tenho bastante conhecimento com essas populações, principalmente aquelas mais carentes. E também fiz bastante trabalhos de cunho social na região sul e tenho algumas lideranças em várias cidades e que tem nos apoiado e aumentado o alcance do nosso nome”, externou o pré-candidato.

Caso eleito, ele diz que pretende lutar por políticas públicas que beneficiem a parte da população mais carente.

“O que me fez entrar na política foi a possibilidade de ajudar a diminuir os problemas sociais. Sempre participei de atividades que doaram cestas básicas e sopões para as comunidades e vejo que essas pessoas estão clamando por socorro, por tudo. O que queremos é amenizar os problemas e as diferenças sociais. A nossa vontade é representar essa população mais de baixo, da periferia, que está sofrendo, principalmente depois dessa pandemia”, concluiu.

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