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Radar Saúde: TCE mostra que cerca de 77% dos rondonopolitanos dependem do SUS

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Segundo o Radar Saúde, a maior parte dos leitos disponíveis em 2022 era do SUS (Foto – Arquivo)

O Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso (TCE/MT) informou ontem (30) que passou a disponibilizar o Radar Saúde, que faz parte do sistema radar do Tribunal e que consolida informações dos 141 municípios do estado, com o objetivo de aumentar a transparência e subsidiar políticas públicas efetivas para a área.

Os dados do Radar Saúde apontam que a grande maioria dos rondonopolitanos depende dos serviços públicos de saúde e que o gasto per capita do Município com saúde é pouco maior que R$ 1,6 mil.

O Radar Saúde mostra que em Rondonópolis somente 23% da população tinha plano de saúde privado em 2022, o que equivale a cerca 55 mil pessoas. Mais de 184 mil dependem do Sistema Único de Saúde (SUS) na cidade.

O percentual da população rondonopolitana que possui plano de saúde é equivalente daquele nacional. Dados da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) apontam que menos de 30% da população brasileira tinham plano de saúde em 2022.

A cidade conta, atualmente, com cinco hospitais gerais, sendo que destes, dois são privados. A maior parte dos leitos disponíveis em 2022 era do SUS. Segundo o Radar Saúde, Rondonópolis contava com um total de 675 leitos, sendo que deste total, 584 eram leitos do SUS. Somente 91 deles eram privados.

Esse total inclui leitos de Unidade de Terapia Adulto (UTI), com 69 leitos públicos e privados, 10 de UTI pediátrica e 20 de UTI neonatal. Outros 83 do total de 675 leitos são psiquiátricos. Na rede de atenção básica, a cidade possui 64 postos de saúde em funcionamento.

As informações sobre a saúde em Rondonópolis apontam ainda que foram gastos R$ 1.685,29 por pessoa em saúde em 2022. Entre as maiores cidades de Mato Grosso, Rondonópolis foi a segunda com maior gasto per capita em saúde, atrás de Cuiabá, que gastou em 2022 R$ 1.827,29.

RADAR SAÚDE DO TCE/MT

Para o levantamento, o painel Radar Saúde do TCE/MT consolida dados junto a fontes oficiais, como a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde (DATASUS) e Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Nele, são apontados, por exemplo, a quantidade de leitos das unidades de saúde dos municípios de Mato Grosso. Há ainda números sobre consultas pré-natal, mortalidade infantil, beneficiários de planos privados de saúde, quantidade de equipamentos e profissionais, dentre outros.

 

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2 COMENTÁRIOS

  1. Lembrando que poderíamos contar com mais um hospital se não fosse a demora da Prefeitura ( Incompetência ) para fornecer uma área ao Hospital do Amor de Barretos-SP, segundo noticiado pela imprensa e criticado pelos próprios aliados do prefeito – Rondonópolis sofrerá muito enquanto tiver prefeitos de baixa capacidade administrativa conforme os últimos anos.

  2. E os serviços prestados pelo SUS em Rondonópolis são péssimos e muito demorado. Principalmente aqueles prestados pela prefeitura nós PSF, ceadas. Pouco médicos pra consultas nos psf e ceadas. No ceadas pra conseguir .arcar uma consy demora uns 5 meses. E depois pra retornar com exames demora uns 4 meses.Um simples exame de RX demora 6 meses. É caso de intervenção já

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