Em janeiro último, 45% dos eleitores brasileiros aprovavam o governo Bolsonaro. Agora, 57%. Bolsonaro começa a recuperar parte dos que votaram nele há 4 anos. Lula ainda tem chances de se eleger no primeiro turno, mas menos do que tinha há um mês.

Os dados são da mais recente pesquisa do Instituto Quaest que ouviu 2.000 pessoas com mais de 16 anos entre os dias 28 e 31 de julho, em entrevistas nas casas dos eleitores em 27 estados. É a 14ª rodada de pesquisas da Quaest desde julho de 2021.

Bolsonaro não precisa de programa de governo, coisa que por sinal ele nunca teve, porque é dono da caneta mais carregada de tinta da República e a usa sem o menor escrúpulo para ser reeleito. Lula precisa dizer com urgência ao distinto público o que fará se vencer.


JUROS

O Comitê de Política Monetária (COPOM) decidiu por unanimidade aumentar a Selic, taxa básica de juros do país, de 13,25% para 13,75% ao ano – alta de 0,5 ponto percentual. A informação foi anunciada pelo Banco Central.

Este é o 11º acréscimo consecutivo desde março do ano passado. Com a decisão, a Selic alcançou o maior nível desde janeiro de 2017, quando estava em 13%.


NÃO VAI MAIS

O Presidente da República Federativa do Brasil, Jair Messias Bolsonaro, cancelou dois encontros que teria com empresários em São Paulo, no dia 11 de agosto, data em que estão marcados atos em defesa da democracia na cidade.

Segundo fontes da campanha, o presidente decidiu cancelar as agendas justamente por causa dos atos. O principal deles acontecerá na Faculdade de Direito da USP, quando um manifesto pró-democracia será divulgado.


SONHOS LIBERAIS

Durante participação na Expert XP 2022, o ministro da Economia, Paulo Guedes, defendeu medidas tomadas pelo governo federal para integração à economia mundial e afirmou:

“Somos liberais, não trouxas”. “Nós queremos fechar ou abrir a economia? Vocês sabem a resposta. Fizemos acordo com a Mercosul, lançamos acordo com a União Europeia e fechamos acordo com Área Livre de Comércio, que são países periféricos em torno da zona do euro. Também baixamos as tarifas de importação”, exemplificou.


ALERTA

Por uma semana, em novembro de 2020, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) foi alvo de um sofisticado ataque cibernético. Servidores e ministros ficaram impedidos de acessar seus arquivos e e-mails.

O andamento de milhares de processos foi paralisado. Uma equipe de 9 técnicos alertou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que algo semelhante poderá atingi-lo às vésperas das eleições de outubro.


SEM FORÇAS (ARMADAS)

O PSB, PV, Solidariedade, PCdoB, PSol e Rede, entraram com uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) para proibir que as Forças Armadas ou o governo federal possam convocar ou mobilizar as polícias militares, passando por cima da autoridade dos governos estaduais.

Na peça apresentada ao STF, os partidos pedem uma liminar para suspender os efeitos de dispositivos que integram o Decreto-Lei nº 667/1969 e no Decreto nº 88.540/1983.


PÉ NO FREIO

Aliados de Jair Bolsonaro com posição de destaque nos partidos do Centrão e o comando político da campanha bolsonarista, estão se movendo para colocar limites no plano presidencial de insuflar a militância para os festejos de 7 de setembro.

O temor do entorno mais moderado do presidente é que, o chamado de Bolsonaro seja lido como um convite à violência e acabe virando mais um empecilho no já difícil projeto reeleitoral.


PROGRAMA DE FORMAÇÃO

O Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE) lançou hoje no país um programa de formação de empreendedores de start-ups. O EMPRETEC Startup terá 50 horas de curso com investidores.

O EMPRETEC foi desenvolvido no exterior pela Organização das Nações Unidas (ONU) e mira donos de pequenos negócios e empreendedores. O primeiro seminário do EMPRETEC será no início de setembro, em São Paulo. O programa será apresentado durante o Startup Summit 2022, em Florianópolis.


NOVO PRESIDENTE

Novo presidente do Superior Tribunal Militar (STM), o ministro general de Exército Lúcio Mário de Barros Góes, tomou posse prometendo “aproximar a Justiça militar da sociedade brasileira” e “cumprir a missão constitucional” da Corte, que julga os crimes cometidos por militares.

Em seu discurso de posse, o novo presidente do Superior Tribunal Militar fez pedidos ao Congresso Nacional e ao ministro Luiz Fux, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

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