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Rondonópolis
, 20 maio 2024
 
 

Se fosse eu me afogando

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(*) Jorge Manoel

Se fosse eu me afogando, que angústia seria.
Rio Grande do Sul, essa terra querida.
Inundadas paisagens belas e místicas,
na alma gaúcha, repleta de vida.

Seria uma imersão profunda,
nas letras e versos que ecoam.
Nas tradições que se perpetuam,
e nas histórias que se entrelaçam e voam.

O Rio Grande do Sul, berço de talentos,
de poetas, escritores e cantores.
Em cada verso, um pedaço de sentimento.
E em cada palavra, um mar de amores.

Seria como flutuar, ao som do chimarrão,
nas águas líricas de um verso assolado.
Sentindo a emoção a cada grito de galpão,
num abraço forte, de quem ama seu legado.

Seria estar imerso nas coxilhas,
nas estâncias, guardiães da cultura.
Sentir o vento sul, que sopra em trilhas,
revelando segredos e aventuras.

E no fio do laço, no laço do destino,
e no amargo mate, que o coração aquece.
Eu me afogaria na poesia do divino,
e nas letras eternizadas em prece.

Porque ser gaúcho é ser poesia.
Na gaita, no verso, na tradição.
É ser raiz que flui dia após dia.
Em cada rima, em cada coração.

Não sou gaúcho, mas sou seu irmão.
Por isso, de forma singela e amorosa,
quero estender minha mão.
E abraçá-los de forma muito carinhosa.

(*) Jorge Manoel é jornalista, professor, interprete e poeta

 

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