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Rondonópolis
, 19 maio 2024
 
 

A estimulação da linguagem na Infância

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(*) Sandra Maisa
(*) Elizabete Sena
(*) Renata da Penha

A linguagem oral é um dos aspectos fundamentais de nossa vida, pois é por meio dela que nos socializamos, construímos conhecimentos, organizamos nossos pensamentos e experiências, ingressamos no mundo. Assim, ela amplia nossas possibilidades de inserção e de participação nas diversas práticas sociais.

Nesse sentido, o Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil afirma que a aprendizagem oral possibilita comunicar ideias, pensamentos e intenções de diversas naturezas, influenciar o outro e estabelecer relações interpessoais. Seu aprendizado acontece dentro de um contexto. Quanto mais as crianças puderem falar em situações diferentes, mais poderão desenvolver suas capacidades comunicativas de maneira significativa (1998, vol. 3, p. 120). Em face do exposto, é necessário considerar que a linguagem oral é o principal instrumento de comunicação.

É essencial reconhecer que a fala é básica na vida e de extrema importância para o ser humano. Segundo Araújo (1965, p. 11), “o homem está na permanente dependência dos símbolos verbais e, por esse motivo, o desenvolvimento da linguagem é elemento essencial à sua perfeita realização na sociedade em que vive”.

Dessa forma, todos precisam saber se expressar e usar a linguagem em variadas situações comunicativas: conversas, entrevistas, seminários, ao telefone, falar em público, entre tantas outras.   É preciso, portanto, ensinar à criança a utilizar adequadamente a linguagem em instâncias públicas, a fazer uso da língua oral de forma cada vez mais competente.

Desde muito cedo a criança se utiliza principalmente da linguagem oral para se comunicar. Antes de falar com fluência, as crianças já são capazes de utilizar a linguagem oral para diversos fins: pedir, solicitar determinadas ações ou objetos, e expressar seus sentimentos, perguntar ou explorar o mundo a sua volta. Da mesma forma, mesmo antes de falar, a criança já começa a entender a fala das pessoas que estão interagindo com ela. No entanto, a compreensão da linguagem é mais abrangente que a capacidade de falar, e ocorre antes mesmo que a criança possa se expressar oralmente.

Considera-se que a aprendizagem da fala se dá de forma privilegiada, por meio das interações que a criança estabelece desde que nasce. As diversas situações cotidianas nas quais os adultos falam com a criança ou perto dela configuram uma situação rica que permite à criança conhecer e apropriar-se do universo discursivo e dos diversos contextos nos quais a linguagem oral é produzida.

Diante do postulado, é fundamental que a família possa acompanhar as diferentes atividades realizadas nas unidades escolares, na qual as professoras utilizam de diferentes métodos e recursos para que a criança se torne um sujeito falante, participativo e crítico na sociedade.

(*) Sandra Maisa Pina Borges, Elizabete Sena Nogueira Luna e Renata da Penha Coelho Mata são professoras da Rede Municipal de Educação

 

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