(Foto – Pixabay)

A avalanche de treinadores estrangeiros no Brasil tem servido para modernizar o jogo na nação pentacampeã. Pouco tempo atrás eram sempre os mesmos nomes que se revezavam no comando dos grandes clubes brasileiros. No entanto, de um tempo para cá, os dirigentes decidiram apostar em técnicos de fora, principalmente da Argentina e de Portugal, duas grandes escolas de treinadores. Hoje, os três principais times do país – Atlético Mineiro, Flamengo e Palmeiras – contam com comandantes estrangeiros. Com variedade de jogo e esquemas eficientes, o trio é o favorito nas bolsas de apostas. Quem gosta de prever resultados pode conferir as melhores opções de entretenimento esportivo no codigo-bonus.net.

Desde que chegou ao Palmeiras, Abel Ferreira conquistou duas Copas Libertadores (2020 e 2021), uma Copa do Brasil (2020), uma Recopa Sul-Americana (2022) e um Campeonato Paulista (2022). Mas, acima de tudo, mudou a mentalidade da equipe, e o Palmeiras é hoje um time que sabe o que quer. Mais do que um “paizão” ou um treinador que “tem o grupo na mão”, Abel conhece a fundo suas peças e sabe o que esperar delas. Prova disso são suas famosas alterações decisivas (Breno Lopes, na final da Libertadores de 2020, e Deyverson, na final da Libertadores de 2021), que resultaram em títulos importantes ao Palmeiras.

O Flamengo é o time que iniciou a onda de procura por treinadores de fora. Isso se deve ao sucesso do mister Jorge Jesus no comando da equipe. Em 2019, com o português, o Rubro-Negro voltou a vencer a principal competição da América do Sul após 38 anos – e fez um jogo de igual para igual com o poderoso Liverpool, na final do Mundial. Em sua breve passagem pelo clube – foram apenas 58 jogos –, Jorge Jesus ainda conquistou um Campeonato Brasileiro (2019), uma Supercopa do Brasil (2020), uma Recopa Sul-Americana (2020) e um Campeonato Carioca (2020).

Agora o Fla conta com outro português no comando – Paulo Sousa está há pouco mais de 100 dias no clube, mas o time já começou a ter a cara do treinador e deverá brigar pelo título das principais competições do calendário

Já o Galo trouxe o argentino Antonio Mohamed após a saída de Cuca. Até aqui, o trabalho do “Turco” tem sido irrepreensível. Conquistou o Campeonato Mineiro de 2022, já começou a decolar no Brasileirão e o time também segue forte na Libertadores. Mohamed sabe jogar pelo resultado e encarar cada jogo de forma diferente, adaptando a equipe ao desafio dos rivais, sem perder sua característica.

Não se trata de enaltecer todos os treinadores estrangeiros, mesmo porque houve aqueles que não entregaram resultado. Jorge Sampaoli exigiu mundos e fundos do Atlético Mineiro e saiu do clube sem conquistar nenhum título. E, é claro, há muitos treinadores brasileiros competentes, como o próprio Cuca. A questão é que não há problema algum em buscar outras fontes quando a sua está ficando seca. O Brasil há muito foi ultrapassado em questões táticas, e a própria seleção perdeu seu protagonismo. Não à toa a CBF já está aberta à possibilidade de contar com um treinador estrangeiro quando Tite deixar seu posto.

A chegada de bons técnicos de fora tem servido para modernizar o jogo no Brasil e poderá ajudar a formar uma nova leva de treinadores brasileiros. Assim como já exportamos e continuamos exportando talento, é saudável que também importemos e nos adaptemos às exigências do futebol moderno.

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