Contrato firmado nesta quarta-feira assegura retorno dos serviços até o dia 1º de junho (Foto – Divulgação)

Já está tudo pronto para a retomada das obras no bloco de Medicina da Universidade Federal de Rondonópolis (UFR). Os reitores Analy Polizel (UFR) e Evandro de Souza (UFMT) e o senador Wellington Fagundes assinaram nesta quarta-feira (11/5) o contrato que garante o reinício dos serviços que estavam paralisados desde 2016 nos mais de 4 mil metros quadrados do prédio da área da saúde.

O aporte financeiro de quase R$ 4,5 milhões partiu da Bancada Federal de Mato Grosso no Congresso, em um trabalho articulado pelo próprio senador Wellington. Segundo o contrato firmado entre a UFR e a Fundação Uniselva (que gerenciará as obras), o prazo de execução dos serviços é de até 180 dias. Para a retomada, a obra enfrentou ao todo quatro licitações infrutíferas.

Conclusão do projeto tem aporte financeiro de quase R$ 4,5 milhões

A reitora Analy afirma que este será um grande avanço para a área de saúde de todo o município de Rondonópolis. “Temos hoje o melhor curso de medicina do Centro-Oeste e, graças à articulação do senador Wellington Fagundes, podemos dar aos alunos um espaço adequado para que eles se preparem para o mercado de trabalho”, completou. A gestora da instituição também adiantou que o Ambulatório-Escola da UFR será licitado em breve.

 

 

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“Esse é um serviço muito aguardado. Cumprindo uma política do presidente Bolsonaro, estamos priorizando a conclusão das obras inacabadas. Para os acadêmicos do curso de medicina – que hoje é um dos mais bem avaliados do país – e para os mais de 500 alunos da área de saúde, representa a ampliação de uma estrutura que oferece à comunidade do campus da UFR condições melhores para educação e a pesquisa”, comentou Wellington.

Relator da Comissão da Covid-19 de 2020 a 2021, o senador destacou a importância das duas universidades, lembrando o trabalho incansável tanto da UFR quanto da UFMT para desenvolver tecnologias de testagem e mobilizar alunos e professores na prevenção e no tratamento dos enfermos, à época da crise sanitária causada pelo novo Coronavírus.

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