Com o sistema de iluminação não concluído, a Avenida Poguba fica completamente às escuras no período da noite (Foto – A Tribuna)

Pessoas que moram próximo ou que passam pela Avenida Poguba, na região da Vila Goulart e do Condomínio do Bosque, no período noturno, reclamam que a via está sem iluminação e tomada pela escuridão. A via até já tem os postes e luminárias instalados, mas ainda faltam alguns equipamentos para que a iluminação possa ser ligada, o que não tem previsão de quando vá acontecer, já que a obra de duplicação e melhorias está paralisada e a empresa responsável afirma não ter como concluir a mesma sem uma revisão nos valores da obra.

A situação tem gerado preocupação em quem precisa passar por ali no período da noite, pois como não há residências em grande parte do trecho em obras, ele fica tomado pela escuridão, aumentando os riscos de acidentes e roubos, pois a visibilidade fica bastante comprometida.

A situação fica ainda mais tensa por conta de que o local é frequentado por ciclistas, que usam a via para se exercitarem ou simplesmente passearem. Lançada em abril de 2019 pelo prefeito José Carlos do Pátio (SD), a obra de duplicação da Avenida Poguba estava inicialmente orçada em R$ 6.731.655,67 e os recursos provenientes do Governo Federal, por meio do Ministério do Turismo, com contrapartida do Município.

 

 

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A duplicação envolve cerca de 2,5 quilômetros localizados entre as rotatórias das avenidas Otaviano Muniz e Francisco Goulart. A obra contempla sistema de drenagem de águas pluviais, calçadas com acesso para Pessoas com Necessidades Especiais (PNE), sinalização horizontal e vertical, iluminação e ciclovia, com uma previsão inicial de conclusão em 12 meses.

Aos trancos e barrancos, a obra avançou, mas a partir do segundo semestre de 2021, a Construtora Amil Ltda, empresa contratada para a execução da obra, começou a tocar os serviços de forma bastante lenta e acabou por paralisar a obra a partir do final do ano. A empresa alega não ter condições de concluir a obra sem que seja feita uma revisão dos valores contratados, pois alguns itens contratados teriam custado até cinco vezes mais que o previsto originalmente.

Enquanto a empresa e a Prefeitura não se entendem sobre os valores, não são concluídas obras como a iluminação pública, da ciclovia, a colocação do piso tátil na calçada pra orientar deficientes visuais, a construção das passagens elevadas e a sinalização. E quem sempre perde com esse tipo de situação é a população, que vê milhões de reais de dinheiro público gastos em uma obra que não chega ao fim.

1 COMENTÁRIO

  1. Estranha essa fala da Empreiteira, a iluminação já foi ligada e testada por alguns dias funcionou perfeitamente e depois foi desligada, provavelmente devido a queda de braço entre ela e a prefeitura, foi desligada, ou talvez eles vão esperar um acidente no local com vitima fatal para voltar a ligar a iluminação, como o acidente que ocorreu na entrada do Condomínio do Bosque 2 quando uma pista estava interdita, onde uma mulher perdeu a vida, no outro dia liberaram a outra pista, talvez seja isso, vão esperar outra vida se perder em um acidente devido a escuridão para no outro dia liberar a iluminação.

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