Foram registrados em 2021 um total de 40 assassinatos, sendo um deles o da ex-diretora do Sanear, Terezinha Silva (Foto – Arquivo)

Dados da Secretaria de Estado de Segurança Pública de Mato Grosso (Sesp/MT) mostram que Rondonópolis registrou aumento no número de homicídios dolosos em 2021 com relação a 2020. No ano passado, a cidade teve 40 homicídios dolosos registrados, enquanto que em 2020 foram 37. Aumento de 8,1% na comparação entre os dois anos.

Entre os principais homicídios registrados na cidade em 2021 está o de José Otaviano Ferreira Filho, de 59 anos, que foi assassinado com golpes de faca e machado e teve o corpo encontrado com o órgão genital cortado o colocado na própria boca. O corpo da vítima foi encontrado no dia 10 de março de 2021, em uma propriedade rural às margens da MT-270.

O crime teria sido motivado porque a vítima teria tido relações sexuais com a esposa do suspeito. Ainda conforme informações da polícia, a esposa do suspeito tem limitações mentais desde que sofreu um acidente há alguns anos e, por isso, a vítima teria abusado da mulher.

O suspeito de ter cometido o crime foi preso dois dias depois, em 12 de março, pela Polícia Civil em Rondonópolis. J.O.S., de 59 anos, alegou em depoimento na ocasião da prisão que cortou o órgão genital da vítima antes de matá-lo. Ele disse ainda que matou José Otaviano porque esse teria estuprado a sua esposa dias antes do crime.

 

 

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Outro crime que chocou a cidade foi o assassinato da presidente do Serviço de Saneamento Ambiental de Rondonópolis (Sanear), Terezinha Silva, que ainda não foi solucionado pela polícia. O crime, que aconteceu na manhã do dia 15 de janeiro, segue sendo apurado.

Ela foi morta dentro do veículo em que seguia a caminho do trabalho, quando passava pela Rua Major Otávio Pitaluga, no centro de Rondonópolis, por volta de 7 horas da manhã.

Conforme a Polícia Judiciária Civil, o inquérito da morte de Terezinha segue em aberto. A polícia segue com a tese de que o crime foi de mando e relata que as investigações estão avançadas, mas que não pode divulgar mais informações a respeito para não atrapalhar as apurações.

Segundo informado pela assessoria de comunicação da Polícia Civil na semana passada, quando o crime completou um ano, foram ouvidas quinze pessoas no desenrolar do inquérito e que já foram coletadas diversas informações que auxiliarão na solução do crime, que há medidas cautelares autorizadas pela Justiça em andamento e o inquérito aguarda o resultado das diligências.

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