A PJC continua falando em crime de mando e conta que as investigações estão avançadas (Foto – Reprodução)

A Polícia Judiciária Civil ainda não concluiu o inquérito que apura as circunstâncias envolvendo a morte da ex-presidente do Sanear, Terezinha Silva de Souza, ocorrida na manhã do dia 15 de janeiro de 2021, quando foi atingida por sete tiros na região da cabeça e chegou no hospital já sem vida. A PJC continua falando em crime de mando e conta que as investigações estão avançadas, mas que não pode divulgar mais informações a respeito para não atrapalhar as investigações.

Segundo informado pela assessoria de comunicação da Polícia Civil, as investigações estão em estágio bastante avançado e a linha de investigação apura um possível crime de mando ou seja: que Terezinha Silva tenha sido morta por pistoleiros profissionais a mando de alguém.

A PJC informou ainda que foram ouvidas quinze pessoas no desenrolar do inquérito e que já foram coletados diversas informações que auxiliarão na solução do crime, e que há medidas cautelares autorizadas pela Justiça em andamento o inquérito aguarda o resultado das diligências.

A assessoria não informou uma previsão para o enceramento do inquérito policial.

Terezinha Silva de Souza foi morta dentro do veículo em que seguia a caminho do trabalho, quando passava pela Rua Major Otávio Pitaluga, no centro de Rondonópolis, por volta de 7 horas da manhã.

Dois homens em uma motocicleta vermelha e trajando jaquetas e capacetes escuros seguiram a camionete em que a vítima estava e se aproximaram do veículo que parou no semáforo. Os ocupantes se aproximaram do lado do passageiro da camionete e efetuaram os disparos que atingiram, principalmente, a cabeça da vítima. Ela foi socorrida pelo seu motorista e levada à Santa Casa de Misericórdia, mas não resistiu aos ferimentos. O motorista foi atingido de raspão, mas sem gravidade.

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