Passado um ano de seu brutal assassinato, o caso de Terezinha Silva continua sem solução e ninguém envolvido no crime foi preso (Foto – Reprodução)

No próximo dia 15 fará exatamente um ano que a ex-presidente do Sanear, Terezinha Silva dos Santos, foi barbaramente assassinada a tiros em Rondonópolis. O crime, que aconteceu em plena luz do dia e numa região central da cidade, até hoje permanece envolto em mistérios e não foi solucionado, não se sabendo quem foram os assassinos, qual seria a motivação e se houve mandantes.

Terezinha Silva foi atingida com sete disparos de arma de fogo na manhã do dia 15 de janeiro de 2021, por volta de 7 horas, no momento em que ia para o trabalho. Ela foi alvejada por um homem que estava na garupa de uma motocicleta vermelha em plena Rua Otávio Pitaluga, no centro de Rondonópolis.

No momento do crime, ela estava dentro de uma caminhonete do Sanear e não teve as mínimas condições de reagir ou fugir dos tiros disparados contra ela, que foram de muito perto e a tingiram na região da cabeça. Ela foi socorrida, mas chegou no hospital já sem vida.

Como era uma pessoa muito conhecida na cidade, o seu assassinato causou muita comoção e assustou a todos pela audácia dos seus executores, que cometeram o crime contra a ex-presidente do Sanear em plena luz do dia e num local muito movimentado.

A investigação do caso ficou por conta da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), cuja titular é a delegada Karla Peixoto Ferraz, que afirmou em agosto passado ao A TRIBUNA que as investigações estavam bastante avançadas e que a polícia estaria próxima de prender os executores do crime. Contudo, até agora, nenhuma novidade foi anunciada nesse caso.

 

 

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Na ocasião, a delegada informou que a DHPP trabalhava com a hipótese de um crime de mando, ou seja: que Terezinha Silva teria sido executada por profissionais contratados para fazerem isso. “Posso dizer que foi um crime cometido por profissionais, pela audácia dos suspeitos, que cometeram o crime à luz do dia e em horário de movimento em pleno centro da cidade. Foi um crime cometido por profissionais do crime e contratados”, afirmou na ocasião.

Karla Peixoto Ferraz também declarou na ocasião que a expectativa era prender os executores do assassinato e os mandantes em curto espaço de tempo, mas aparentemente, as coisas não caminharam como a polícia esperava.

Para atualizar as informações, a reportagem entrou em contato com a Delegacia Regional, sendo informada que o delegado estava em viagem. Na DHPP, a informação é de que delegada Karla Peixoto Ferraz está de férias e que a pessoa que responderia em seu lugar está doente e afastada do trabalho por conta de atestado médico.

QUEM ERA TEREZINHA SILVA?
Além de presidir o Sanear há vários anos, Terezinha Silva era pessoa de extrema confiança do prefeito José Carlos do Pátio (SD), a quem acompanha há anos e de quem era uma espécie de tesoureira informal do político, que foi uma das primeiras pessoas a chegar no hospital para onde ela foi levada logo após ser atingida pelos tiros que a vitimaram. Solteira, ela morava em um apartamento, que chegou a ser revistado pela polícia, onde foram apreendidos dinheiro, celulares e notebooks.

Agora, passado um ano de seu brutal assassinato, o caso segue aberto e sem uma solução, envolto em mistérios e sem que nenhum culpado seja apresentado para a sociedade, que clama por um fim para essa história.

1 COMENTÁRIO

  1. Terezinha Silva de Souza, NÃO É DOS SANTOS.

    No próximo dia 15 fará exatamente um ano que a ex-presidente do Sanear, Terezinha Silva dos Santos, foi barbaramente assassinada a tiros em Rondonópolis. O crime, que aconteceu em plena luz do dia e numa região central da….

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