GORDURA VEGETAL PODE DIMINUIR O RISCO DE AVC, SUGERE ESTUDO
Mais do que a quantidade de gordura ingerida nas refeições, a preocupação dos especialistas da saúde cardiovascular está agora no tipo e na origem dela. Estudo apresentado em um congresso da Associação Norte-americana do Coração destaca que quem prefere carne vermelha (bovina, suína e cordeiro), processada (bacon, salsicha, mortadela e salame) e gorduras animais não lácteas têm um risco maior de Acidente Vascular Cerebral (AVC), em comparação aos adeptos das gorduras derivadas de fontes vegetais e as poli-insaturadas (óleo de soja, de girassol e mesmo sardinhas, por exemplo).

Gorduras animais e vegetais: como agem no organismo?
De acordo com Durval Ribas Filho, presidente da Associação Brasileira de Nutrologia (Abran), as gorduras de origem animal favorecem o aumento do colesterol LDL (considerado ruim), o que motiva o desenvolvimento de placas de gordura nas paredes internas dos vasos sanguíneos. “Com isso, aumentam os problemas de saúde não só cardiovasculares, mas também inclui a possibilidade de AVC”, detalha.
Já as gorduras vegetais, que são encontradas no azeite de oliva e nas oleaginosas, como avelã, castanhas e nozes, costumam ser mais benéficas porque diminuem o colesterol LDL e aumentam o HDL (considerado bom), segundo o especialista gordura saturada é encontrada em carnes vermelhas, bacon, creme de leite, ovos, queijo, manteiga e iogurte, por exemplo. Já nozes, castanhas, sementes, peixes, óleos vegetais e abacate são alguns dos alimentos que são fontes de gorduras mono e poli-insaturadas.

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