Prefeito dá explicações na reunião do Conselho Distrital de Desenvolvimento da Vila Operária – Foto Kawê Pires/Divulgação

O prefeito José Carlos do Pátio foi até a sede do Conselho Distrital de Desenvolvimento da Vila Operária (Condivo), na noite desta quarta-feira (24), para ouvir demandas e prestar contas de ações da sua gestão na região. A instituição foi fundada há mais de 40 anos pelo pároco de Vila Operária, padre Lothar Bauchrovicz, para reunir lideranças comunitárias e lutar pelo desenvolvimento do Distrito de Vila Operária

O prefeito foi recebido pelo vice-presidente da entidade, o ex-vereador Mauro Campos, e diversas lideranças comunitárias da região. O representante do Condivo elencou uma série de reivindicações, que foram protocoladas e recebidas pelo prefeito, o qual, após lê-las, foi dando as respectivas respostas à maioria delas, já que conforme externou, algumas das demandas careciam de um estudo, ou levantamentos mais aprofundados .

Conforme o documento recebido pelo gestor municipal, foram enumeradas pelo menos 14 demandas que versavam sobre assuntos variados, como a demora na conclusão de algumas obras em unidades de saúde.

O secretário Vinícius Amoroso explicou que em alguns casos, as obras já estavam concluídas mas acabaram sendo vítimas de ações criminosas de marginais que praticaram furtos da fiação elétrica, inviabilizando a entre e funcionamento das unidades. Mas, assegurou que o problema está sendo resolvido e, dentro em breve, provavelmente no final de janeiro/2022, serão colocadas em funcionamento, conforme o cronograma estabelecido.

Outra questão importante dizia respeito ao fechamento do albergue de Vila Operária, para construção da sede da Cáritas Diocesana. Também foi explicado que os recursos que antes eram destinados a manutenção do albergue foi aumentado e redistribuído entre entidades assistenciais da cidade, para que pudessem acolher estas pessoas em situação de rua, evitando a permanência delas nas praças da cidade.

Outra demanda foi quanto a sinalização das ruas do bairro que foram revitalizadas com microrrevestimento e não foram sinalizadas. O prefeito garantiu que este trabalho deverá ser feito durante o grande mutirão de Vila Operária que já está, inclusive, sendo estruturado para acontecer em breve.

Também foram abordados assuntos como a conclusão do miniestádio do Pinheirão, a duplicação e a ponte da avenida Bandeirantes, com obra paralisada, e a ponte da Ponce de Arruda, no Jardim das Flores.

A comunidade cobrou do prefeito a retomada de ações sociais que aconteciam na região, como as “Comemorações do Mês Preventivo da Saúde” e o “Mês da Comunidade”, antes comemorados nos meses de abril e maio.

Os lideres comunitários solicitaram ainda do Prefeito que reveja as taxas de sepultamento cobradas no Cemitério Municipal da Mata Grande (bem como nos demais da cidade), que segundo eles, estão muito altas e quase inviabilizam às famílias sepultarem seus entes queridos, principalmente nesse momento de pandemia, onde as dificuldades financeiras se acentuaram bastante.

Todavia, uma cobrança em especial foi apresentada ao gestor e se referia à reforma e reabertura da Biblioteca da Vila Operária, desativada há algum tempo.

Estiveram presentes à reunião, os vereadores Reginaldo Santos, o presidente da Câmara Municipal Roni Magnani, Cido Silva, Oséias Reis e Dr. Jhonas, além dos secretários de Saúde, Vinícius Amoroso, de Ciências e Tecnologia, Neiva de Col; de Cultura, Pedro Augusto de Araújo; e Paulo José.

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