(*) Rosilene Alves
(*) Aldeny Alves

A escola é um local formado por pessoas de diferentes nacionalidades com seus costumes e crenças. Segundo Morin (2001, p. 56): A escola é um dos locais onde se apresentam diversos cenários, marcando a vida social do Brasil.

A diversidade cultural sempre existiu e sempre existirá na sociedade, então nas escolas, ao longo do tempo, há uma necessidade de abrir a sala de aula às diferenças entre alunos e famílias, incluí-los e valorizá-los no seu processo de formação, promovendo a identidade cultural de cada um.
Um dos papéis da escola nesta questão é cultivar seriedade e ter pensamento crítico, a fim de obter umas mudanças expressivas no ensino e algumas necessidades de revolução cultural.

Diante do exposto, um dos maiores desafios enfrentados pelas escolas e educadores é estabelecer uma verdadeira visão das práticas de ensino relacionadas à diversidade cultural como um meio de transformar a sala de aula em um ambiente de aprendizagem significativo para os estudantes.
Não é um processo simples, pelo contrário, precisa da escola para assumir mudança de atitude, recriação do planejamento curricular, nova execução, estratégias, desenvolvimento de novos cursos e preparação dos profissionais da educação, construir parcerias com pais e comunidades, incluindo projetos que visam essa diversidade cultural em seu projeto de ensino político da escola.

Devemos condenar todas as formas de intolerância, mas o que devemos buscar, afinal, não é tolerância, mas convivência a igualdade de cultura, identidade, grupo e sociedade humana.

Nessa perspectiva, a melhor educação não é apenas aquela que nos permite controlar a racionalidade instrumental, ajudar a sobrevivência material em uma sociedade regida por lei Darwinismo social, mas o mais importante é a educação cívica valores baseados na unidade e no respeito à diversidade, garantir nossa sobrevivência como seres humanos.

A escola é como uma micro sociedade inclusiva de tudo os conflitos existentes em toda a sociedade, por isso é fundamental que a escola esteja preparada para essa mudança cultural. Assim sendo, o professor precisa refletir sobre as práticas pedagógicas realizadas.

Com a visão de uma sociedade com diversidade ETNOCULTURAL abre-se um novo caminho onde o professor vai trabalhar para a construção de uma nova escola, quebrando preconceitos, tabus etc agregando novo conhecimento trazido para a sala de aula por outras culturas.

(*) Rosilene Alves de Lima e Aldeny Alves de Oliveira são educadora da rede Municipal de Rondonópolis, MT.

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