(Foto – Mayke Toscano)

Foi assinado nessa quarta-feira (17) o convênio que permitirá o asfaltamento e obras de drenagem nos distritos industriais de Rondonópolis, um investimento milionário de R$ 65,3 milhões. Os recursos virão do Governo do Estado, que entrará com R$ 30 milhões, outros R$ 30 milhões virão de emenda parlamentar do senador Carlos Fávaro (PSD) e a prefeitura entrará com os R$ 5,3 milhões restantes. Somados a outros R$ 20 milhões que a prefeitura já está investindo, com recursos de financiamento do Finisa, os distritos industriais da cidade receberão investimentos de R$ 85,3 milhões, uma soma de recursos considerável.

Como são de áreas extensas, e como além do asfalto são necessários galerias de drenagem de águas das chuvas, já se fala que em breve será assinado outro convênio com o Governo do Estado que trará mais de R$ 20 milhões.

Toda essa dinheirama chama a atenção e é uma iniciativa altamente elogiável de todos os envolvidos, mas é importante deixar claro que esses investimentos estão atrasados e apenas fazem justiça à importância econômica da cidade no cenário estadual, que é a que mais exporta e uma das que mais arrecada.

Nesse sentido, é mais que justo e bem vindos os investimentos, que devem dar uma nova cara aos nossos distritos industriais, além de servir como um alento para os empresários e para os milhares de trabalhadores que labutam diariamente com as vias emburacadas para manter as indústrias e a economia local e estadual cada vez mais forte. Afinal, chega a ser vergonhoso e extremamente desestimulante para quem faz seus investimentos ali observar como esses locais vivem abandonados.

Agora, só de se ouvir falar dos investimentos em infraestrutura que serão feitos, já dá um novo ânimo geral, uma sensação de justiça, na falta de um termo que defina melhor o sentimento. É um reconhecimento à importância econômica dos nossos distritos industriais, mas sobretudo à garra e persistência de todos que por anos a fio sofreram com a precariedade das ruas e avenidas desses locais, sem esmorecer e sem deixar de trabalhar e contribuir com a riqueza da cidade, do Estado e até do País. E, obviamente, tudo isso deve atrair novos investimentos da parte dos empresários, que por sua vez gerarão novos empregos e mais riquezas.

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