Demonstrando muita empolgação, o presidente Jair Bolsonaro anunciou nesta quinta-feira(21) que o governo decidiu pagar uma “ajuda” para caminhoneiros autônomos, como compensação pelos reajustes recentes no preço do diesel. Bolsonaro não entrou em detalhes, mas disse que em torno de 750 mil profissionais serão beneficiados.” Decidimos então, os números serão apresentados nos próximos dias, nós vamos atender aos caminhoneiros autônomos. Em torno de 750 mil caminhoneiros receberão uma ajuda para compensar o aumento do diesel — garantiu o presidente. De acordo com integrantes do governo, a ajuda aos caminhoneiros deve ser de R$ 400 por mês até dezembro de 2022. A medida terá um custo de cerca de R$ 4 bilhões. O governo ainda não disse como isso será pago.

PERDAS ESTADUAIS
Pressionado por governadores, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), sugeriu alterações no projeto que altera a cobrança de ICMS sobre os preços dos combustíveis. O senador quer liberar os Estados a definirem suas próprias políticas de alíquotas para o imposto. Além disso, ele propôs alterar as datas de referência da proposta aprovada na Câmara para evitar perdas aos cofres estaduais. Pressionado por governadores, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), sugeriu alterações no projeto que altera a cobrança de ICMS sobre os preços dos combustíveis. O senador quer liberar os Estados a definirem suas próprias políticas de alíquotas para o imposto. Além disso, ele propôs alterar as datas de referência da proposta aprovada na Câmara para evitar perdas aos cofres estaduais.

MAIS BILHÕES
O governo Bolsonaro quer estar preparado e já certou uma mudança no teto de gastos que vai abrir um espaço de R$ 83,6 bilhões para despesas adicionais em 2022, ano em que o presidente da República buscará sua reeleição. O acordo foi fechado na manhã desta quinta-feira, 21, entre as alas política e econômica do governo, após dias de embates para viabilizar o pagamento de R$ 400 aos beneficiários do Auxílio Brasil determinado por Bolsonaro. A proposta que está na mesa e que deve ser validada com o presidente é mudar a fórmula do teto, que hoje é corrigido pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) acumulado em 12 meses até junho do ano anterior ao de sua vigência. A ideia é adotar a correção da inflação de janeiro a dezembro. Só essa mudança proporcionaria uma folga extra de R$ 40 bilhões, segundo fontes ouvidas pela reportagem do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.

DEU NA MÍDIA
Um jantar na casa do governador Ibaneis Rocha (MDB) reuniu na noite de terça-feira (19) advogados e conselheiros da OAB, do CNJ e do CNMP. Pelo momento e presença de prováveis candidatos, a noite acabou virando um evento político. O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, que fechou naquele dia a filiação ao PSD, foi o grande homenageado da noite e apontado como próximo presidente da República.Pacheco estava ao lado do presidente do Conselho Federal da OAB, Felipe Santa Cruz, que também deve se filiar ao PSD, para concorrer ao governo do Rio de Janeiro, com apoio do prefeito Eduardo Paes — outro que trocou o DEM pelo PSD.Ex-presidente da OAB-DF e ex-conselheiro federal da ordem, Ibaneis é amigo de Pacheco desde os tempos em que o senador também integrou o conselho da entidade.No jantar, o governador do DF fez vários elogios ao presidente do Senado que se tornou nesta semana, com a filiação ao PSD, pré-candidato à Presidência

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