A maior queda registrada na comparação dos dois períodos está na taxa de hospitalização (Foto – Mayke Toscano)

Um levantamento feito pelo A TRIBUNA junto aos dados do boletim epidemiológico da Covid-19 da Secretaria Municipal de Saúde e da Secretaria de Estado de Saúde aponta que a média diária de casos da doença registrada nos primeiros 15 dias de setembro e a registrada no mesmo período de outubro se mantém estável na cidade. Um pouco maior foi a redução no número de mortes pela doença, mas menos significativa que a queda na taxa de hospitalização. A redução foi de 3,17% no número de casos e de 37,73% nos óbitos. A maior queda registrada na comparação dos dois períodos está na taxa de hospitalização, que caiu 50% em outubro.

Com relação ao número de casos registrados em Rondonópolis, os dados mostram estabilidade. Nos primeiros 15 dias de setembro, a média diária de casos ficou em 29,26, enquanto que nos primeiros 15 dias deste mês de outubro, a média diária ficou em 28,33, com redução de apenas 3,17% no período.

 

 

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Também está praticamente estável, mas com redução um pouco maior, a média diária de óbitos registrada na cidade nos dois períodos levantados. Enquanto que nos primeiros 15 dias de setembro foram confirmados 8 óbitos, o que equivale a uma média diária de 0,56 mortes, nos primeiros 15 dias deste mês, 5 mortes foram confirmadas, com média diária de 0,33. A queda no número de mortes em outubro com relação em setembro ficou, desta maneira, em 37,73%.

O levantamento aponta, contudo, que os primeiros 15 dias de outubro teve 50% de redução da taxa de hospitalização pela doença na comparação com o mesmo período de setembro. Isso porque em outubro a taxa de hospitalização é de 0,08 pessoas para cada 1 mil habitantes e em setembro, a taxa de hospitalização ficou em 0,16 internações para cada 1 mil habitantes.

A análise dos dados dos dois períodos mostra que a pandemia se mantém praticamente estável no que se refere ao número de infectados, ou seja, a contaminação pelo vírus. Porém, aponta que há redução de casos graves da doença, o que é evidenciado pela queda na taxa de internação e de óbitos.

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