(*) Nilvaine de Castro

Por que tem que ser assim
Parece que zombam de mim
Meu coração não consegue mais amar
De tanto ele apanhar.

Porque essa doença chamada ansiedade
Desde infância, adolescência à mocidade
Quanta vezes me curaste
De tanto traste me livraste.

Não permite homens maus
De mim se aproximar
Minha vida está um caos
Pois só aparece quem comigo quer brincar.
Meu coração está despedaçado
Quando penso que curou
Que toda dor cicatrizou
Aparece outro desgraçado.

Me ajuda a me valorizar
E a minha alma venha curar
Para que o passado não me assombra
Não quero traços e nem ver a sombra.

Que um dia eu possa ser grata
Não por ouro nem prata
Mas pelo amor próprio que terei
Pois essa é a meta que tracei.

(*) Nilvaine Castro Alves é poetiza e bibliotecária

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