(*) Ana Dionizia
(*) Patrícia Passos

As crianças passam por diversos momentos na infância, devemos acompanhar com maior cautela essas fases, principalmente o que se diz respeito a psicomotricidade, desenvolvimento motor, cognitivo e afetivo. Os pais, muitas vezes, não conseguem identificar qual o momento certo para deixar a criança explorar todos os espaços, limitando-os em ambientes que eles não conseguem desenvolver além daquilo que se vê, daí a importância de um profissional da Educação Física para intervir nesses momentos.

Compreender a importância da psicomotricidade para o desenvolvimento e aprendizagem na educação desde a infância, tendo como referência as brincadeiras desenvolvidas em contexto escolar, bem como compreender o papel do profissional de Educação Física no desenvolvimento psicomotor de crianças nas séries iniciais do ensino fundamental é de extrema importância, pois influencia diretamente no desenvolvimento da criança, podendo ajudar na melhoria da aptidão física, e do desenvolvimento psicomotor utilizando jogos lúdicos, brincadeiras que estimulam o lado cognitivo, motor e sócio afetivo da criança.

Podemos citar alguns exemplos de brincadeiras que podem estimular e ajudar neste processo como pular corda, se equilibrar em um pé só, pular amarelinha, entre outras atividades, que são importantes nessa fase. Nesta perspectiva, a parceria com o profissional da Educação Física na educação infantil tem um papel potencialmente relevante, uma vez que pode aplicar atividades da psicomotricidade no intuído de promover o desenvolvimento motor, cognitivo, afetivo de maneira intencional.

Em suma, devemos respeitar e explorar as fases e estágios cronológicos das crianças, para desenvolver o cognitivo, afetivo, motor e psicomotor. O desenvolvimento evolui de uma forma progressiva do todo para o específico, normalmente quando a criança apresenta dificuldade na aprendizagem, tem como principal motivo alguma deficiência no desenvolvimento psicomotor.

Aos educadores infantis cabe lembrar, que criança não aprende e cria somente por imitação, devem oferecer brincadeiras criativas sem estabelecer tantas regras, devem oferecer um ambiente de aceitação, integração e liberdade, deixando as crianças livres para expressar sua imaginação.

(*) Ana Dionizia de Souza Aquino e Patrícia Passos Ferreira são professoras da rede municipal de Educação

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