Caem ou não caem – tá em hora? Perde ou ganha, compra talvez – santa máscara na luta da proteção, mas quando falamos de máscaras o negacionismo está aí, ou melhor, “aqui e agora” para destacar, não só, mas pessoas que ainda acham que nem pandemia existe, pode imaginar?
Haja imaginação! Mas quem somos nós, entidades, organizações e a mãe ciência para dizer, ou podar a criatividade, vejamos que não podemos deixar de citar dois aspectos importantes nessa situação; 1. a fantasia (algo viajado e sem chão); 2. A crença no discurso e não na prática…

As máscaras caem todos os dias se prestarmos atenção, pois o discurso nem sempre se sustenta com o tempo, mesmo que sejamos adeptos e muitos de nós apetece à arte dramática e recebemos tal impacto de maneira de mais é bem, ainda que atravessamos juntos um processo tenso, delicado e sensível, pois é mais fácil o não, pois o sim promove movimento, desconforto no rosto e aquela saída do estado cômodo, tá na cara.

Precisa de lei se é cuidado com o outro? Preciso de mais do que os órgãos competentes já pedem? Ou pior aquela voz na consciência lançando sinal vermelho apontando respeito ao próximo, não joga lixo no chão e nem no ar, cuidado isso é grosseiro e todos perdem, isso de maneira triste; pessoas, amigos, possibilidades e a própria vacina…

Possibilidade de poder? Guerra? Paz? Lembrando que estamos falando de máscaras e da importância da máscara limpa e não da outra, falamos de máscara lembrando do distanciamento e o álcool, recordando que a vacina salva e enquanto nem todos recebem ficamos atentos aqui para não cairmos nos contos populares, não ao conto transformado em suposta verdade, pois com máscara é vida e sem máscara só se for para descobrir quem é que está por de trás delas.

(*) Márcio Martins é coordenador do Grupo de Estudos em Neuropsicologia e Psicanálise,GENeP; Membro Associado à Sociedade Brasileira de Neuropsicologia, SBNp – @marciomartins6140

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