Adilton Sachetti: “Nome sempre lembrado em épocas eleitorais e agora poderá assumir um cargo importante no Ministério da Agricultura…”

1 – SENHORES E SENHORAS,
sabemos que o próximo ano de 2022 será mais um ano de eleição em que votaremos para presidente da República, governador, senadores e deputados federais e estaduais. No entanto, muitas das articulações já começam desde agora, mas neste ano de forma mais tímida que em anos anteriores, devido a pandemia da Covid-19. Atualmente temos representando Rondonópolis e região na Assembleia Legislativa de Mato Grosso, quatro deputados estaduais, ou sejam, Thiago Silva (MDB) eleito em 2018 com 19.339 votos, Delegado Claudinei Lopes (PSL) eleito com 29.988, Sebastião Machado (PSC) com 25.683, Nininho (PSD) com 37.501.

Agora a grande pergunta é: Será que Rondonópolis e região vão conseguir manter a sua atual representatividade na AL? Este é um assunto que rende muito Papo, pois cada um deles tem suas peculiaridades. Uma destas singularidades seria do deputado delegado Claudinei Lopes, que muitos acreditam que foi eleito pela tal “onda Bolsonaro” ocorrida em 2018. Agora será que este fenômeno ainda poderá ocorrer? De antemão, mesmo se existir, teremos mais nomes do que as eleições de 2018 surfando nesta onda, como o Cláudio Paisagista (DC), o empresário Luizão (PRB) e até o vereador subtenente Guinancio (PSDB), todos nomes em potenciais para disputar uma das cadeiras da AL.

Thiago Silva: “Um dos quatro deputados de Rondonópolis que devem disputar a reeleição no próximo ano…”

JÁ OS DEPUTADOS
Thiago Silva e Sebastião Resende possuem peculiaridades semelhantes, pois ambos são evangélicos e possuem boas bases eleitorais na Igreja Assembleia de Deus em todo o Estado de Mato Grosso. O deputado Nininho parece sofrer o “desgaste” de sucessivas reeleições, mas sempre é uma caixinha de surpresa, tanto é que entre os quatro da região foi o mais votado. E em contrapartida, ele poderá busca a reeleição com apoio de Zé do Pátio, a não ser que o prefeito que ele tanto ajudou na última eleição municipal “roa a corda”. O Nininho foi muito atuante na campanha do Zé do Pátio e isso deve ter passado por algum acordo para o apoio na sua reeleição de deputado estadual, e esse apoio é decisivo devido a grande penetração do prefeito nas classes mais humildes da população.

2 – AQUI JÁ CITAMOS
que o empresário Luizão tomou gosto mesmo pela política, após sair candidato a prefeito nas eleições municipais do ano passado, onde foi o segundo candidato mais bem votado com 20.653 votos. Pelo visto, o seu avião já está com vários pousos e decolagens em várias cidade do Estado, pois já chegou para este Colunista que Luizão está com uma mega estratégia para garantir votos fora de Rondonópolis. Estratégia muito inteligente de Luizão. Quem conhece de articulações políticas sabe muito bem que para se eleger deputado é preciso de votos dentro e fora de Rondonópolis, pois aqui a divisão do bolo eleitoral é muito grande, devido o alto número de candidatos que sempre aparecem em épocas eleitorais. Já o Cláudio Paisagista, pelo que observamos, estaria focando o seu projeto para deputado também no meio evangélico, bem onde Thiago Silva e Resende já atuam. Em nossa opinião a estratégia dele deve ser mudada e focar mais na tal “onda bolsonarista”, na qual ele foi uma grata surpresa na eleição passada para prefeito, tendo mais votos que o experiente político ex-vereador Thiago Muniz.

3 – AGORA A NOVIDADE
da semana é sobre o ex-prefeito de Rondonópolis e ex-deputado federal Adilton Sachetti (PRB), que poderá assumir um cargo muito importante no Ministério da Agricultura. É falado que será o cargo mais importante da pasta, depois da ministra Tereza Cristina. Pelo que se comenta, a articulação para indicar Sachetti ao cargo é do ex-ministro da Agricultura e ex-governador de Mato Grosso, Blairo Maggi. Pelo silêncio que se apresenta, até parece que Adilton está fora das discussões políticas, mas na verdade ele pouco aparece no noticiário porque ainda está se recuperando do momento difícil que viveu no tratamento da Covid 19, internado e intubado que foi num hospital em São Paulo. Ainda não se fala de candidatura de Adilton para as próximas eleições, mas a princípio o objetivo é a construção de um grupo político forte com nomes de peso para disputar “tudo quanté” cargo. Em colunas futuras iremos aprofundar mais neste assunto.

Vale ressaltar que Adilton Sachetti recebeu alta médica do tratamento da Covid no mês de março. No total foram 90 dias de internação, sendo 56 em enfermaria e mais 34 em leito de UTI, onde 12 dias foram de intubação, e agora ainda se encontra em reabilitação pós-Covid. O ex-prefeito fez o retorno para Rondonópolis em um jatinho, na companhia do ex-governador e ex-ministro Blairo Maggi (PP), que fez questão de trazer o velho amigo de retorno à sua cidade, onde ele já foi prefeito e deputado federal, e sempre é lembrado como um forte candidato em épocas eleitorais.

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