(Foto – Divulgação/assessoria)

Volta a preocupar a informação de que a Prefeitura de Rondonópolis pode deixar o Consórcio Regional de Saúde. Conforme informado ontem pelo A TRIBUNA, o prefeito de Rondonópolis, Zé Carlos do Pátio, questiona os valores que os municípios pagam ao Consórcio em relação à parte repassada pelo Governo do Estado e também sobre a taxa de administração que também é paga ao Consórcio por todos os municípios. Enfim, acha que há injustiças.

No entanto, também conforme já exposto anteriormente aqui neste jornal por profissionais de experiência e gabaritados na saúde, nem tudo é peso para os municípios participantes do Consórcio. Isso porque eles recebem de volta todos os gastos com a média complexidade. Especialmente para os menores, o Consórcio em questão é muito interessante, porque possibilita oferecer um serviço mais resolutivo e humanizado aos usuários do SUS.

Aqui vale dizer que o Consórcio de Saúde surgiu para ajudar os gestores municipais a diminuírem seus problemas de saúde existentes – e quem não os tem? Inclusive, Rondonópolis se vale de seus serviços e não podemos ignorar! E ainda não podemos esquecer que o município recebe 50% do valor pago ao Consórcio da Secretaria de Estado de Saúde, o que serve de estímulo ou gratificação.

Assim, entendemos que a melhor solução é o diálogo e os ajustes, pois Rondonópolis, conforme entendem profissionais, pode estar melhor utilizando o sistema para ajudá-lo a administrara saúde do município, especialmente em suas deficiências, como serviços mais complexos na área. Então, por que não vero Consórcio como um parceiro para suprir suas faltas e não como um “surrupiador” de recursos?

O Consórcio Regional de Saúde é, sim, um avanço para todos os municípios da região. Assim, devemos aperfeiçoá-lo e aprimorá-lo para ampliar seus resultados e não só ficar se queixando dele. Não podemos retroceder nesse importante instrumento que está aí para usufruto dos seus participantes!

“A melhor solução é o diálogo e os ajustes, pois Rondonópolis, conforme entendem profissionais, pode estar melhor utilizando o sistema para ajudá-lo a administrar a saúde do município”

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