Pedra Preta conta com aproximadamente 17.446 habitantes e é o município mais próximo de Rondonópolis (Foto – Divulgação)

Pedra Preta comemora hoje (13/5) seus 45 anos de emancipação político-administrativa e, em homenagem à cidade vizinha, o A TRIBUNA conversou com o radialista pedra-pretense Jair Soares, que contou um pouco da história do município e aquilo que a maior parte dos moradores quer para a cidade nos próximos anos. Atualmente, segundo projeção do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Pedra Preta conta com aproximadamente 17.446 habitantes e é o município mais próximo de Rondonópolis, distante 28 quilômetros.

 

 

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Pedra Preta foi distrito de Rondonópolis até 1976, quando obteve sua emancipação pela lei nº 3.688, de 13 de maio. A emancipação era um dos sonhos dos moradores, que viram a cidade surgir na década de 50 e crescer nos anos seguintes. “A cidade foi criada por iniciativa de Noda Guenko, que adquiriu terras na região e queria ver suas áreas valorizarem com a criação de uma cidade. Junto com Jinya Konno, um amigo, ele traçou planos de criar uma cidade neste local e começou a elaborar os planos para a futura cidade”, explica o radialista.

Jair relata que, desde sua criação, uma das maiores dificuldades enfrentadas pelos moradores locais era a falta de infraestrutura, o que fazia com que as famílias locais tivessem que se deslocar a Rondonópolis até para a compra de alimentos. O percurso era feito a cavalo, ou então em lombo de burro quando não a pé.

A família de Jair chegou a Pedra Preta ainda na década de 60. “Meu pai saiu de Minas Gerais e chegou até aqui em pau de arara. Trabalhou no campo e aqui criou toda a família”, conta ele, que resgata que essa foi uma história semelhante para a maioria das famílias que se estabeleceu e firmou laços na cidade.

Hoje, o radialista ressalta que o principal sonho dos pedra-pretenses é de ver a cidade gerar mais empregos, permitindo que os moradores vivam e trabalhem no município sem precisar se deslocar para Rondonópolis, que é o maior polo da região, para trabalhar. “Precisamos que os administradores invistam mais na geração de empregos, que criem alternativas para a população, como a instalação de uma área industrial”, diz.

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