Comandante local da PM, tenente-coronel Cândido: “Já pedimos até a intervenção do Ministério Público, para que o Estado disponibilize o pátio de veículos” (Foto – Arquivo)

O trabalho da Polícia Militar de apreensão de veículos por infrações no trânsito está suspenso em Rondonópolis devido a falta de pátio para guarda de veículos por parte do Departamento Estadual de Trânsito (Detran). A informação foi confirmada à reportagem pelo comandante local da PM, tenente-coronel Cândido. Ele explicou que a cidade está há quase quatro anos sem pátio para veículos apreendidos por parte do Estado – por parte do Município são quase dois anos.

 

 

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“Apesar de termos um pelotão para agir contra as infrações de trânsito, o nosso trabalho está impedido, pois não tem pátio para veículos apreendidos. Muitas infrações no trânsito caberiam apreensões de veículos na cidade, mas no momento não tem como realizar este trabalho. Já pedimos até a intervenção do Ministério Público, para que o Estado disponibilize o pátio de veículos”, disse o tenente–coronel.

Atualmente, o pátio de veículos da Polícia Civil recebe apenas veículos referentes a ocorrências de crime. Já os apreendidos por infrações de trânsito não são aceitos. Conforme publicado pelo A Tribuna, o chefe da 2ª Circunscrição Regional de Trânsito (Ciretran) de Rondonópolis, Carlos Antônio Nazário, o órgão estadual tem a intenção de assumir o serviço, mas o prefeito Zé Carlos do Pátio (SD) não repassa a área do antigo Pátio Rondon, no Jardim Belo Horizonte, para a gestão estadual.

Ainda no mês de maio de 2019, o Detran-MT anunciou que iria assumir a locação do terreno e parte da estrutura do Pátio Rondon, local para onde eram levados veículos apreendidos em Rondonópolis, mas pelo posicionamento do Município, isso nunca ocorreu, mesmo após o encerramento do serviço, cujo contrato venceu no mês de junho de 2019.

Com esta desativação, o local passaria a ser o novo pátio do Detran para levar os veículos apreendidos na cidade, porém com taxas de diárias bem mais em conta do que as praticadas pelo serviço privado que operava na cidade há quase cinco anos.

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