A empresária Neumara Resmini e o músico Max Ferraz, em visita ao A TRIBUNA – (Foto – Arquivo)

Representando a Associação Rondonopolitana de Bares e Restaurantes, a empresária Neumara Resmini e o músico Max Ferraz voltaram a pedir a sensibilidade do poder público e do Comitê de Gestão de Crise para a retomada na noite rondonopolitana das apresentações musicais ao vivo em bares e restaurantes.

 

 

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“Desde o dia 24 de abril estamos reivindicando isso publicamente, mas estamos sem resposta até agora. Os músicos estão há mais de 40 dias parados. Se o Comitê não libera a classe para trabalhar, que então lhes dê subsídios como os alimentos e os outros custos para sobrevivência. Mas queremos é trabalhar na noite”, externou Max Ferraz.

“A atividade musical é o atrativo dos bares e restaurantes. A atividade noturna de bares e restaurantes estava fechada há mais de 60 dias. Agora foi liberada a abertura em horários estipulados e o consumo de bebidas para o público sentado. Vejo justo o retorno da atividade musical para oxigenar o comércio noturno que está passando por dificuldades financeiras e tendo até que demitir funcionários”, reforçou a empresária Neumara Resmini.

Conforme apurado pela reportagem, ainda não existe previsão para a reunião do Comitê de Crise, que é a organização que define em voto as decisões de enfrentamento à pandemia do novo coronavírus.

Pelo decreto em vigor, os restaurantes, lanchonetes, trailers de lanches, cafés, pizzarias, e congêneres poderão funcionar de segunda a sábado das 05h às 22h, e aos domingos e feriados no período compreendido entre 05h e 15hs, respeitando a capacidade máxima do local em 30%. No entanto, está proibido som mecânico ou apresentações ao vivo.

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