Aquele homem era honesto, mas tinha rabo de palha, um não; eram seis
A bem da verdade e por ele ser honesto, contando com o seu eram sete
Rabos transubstanciados em taças, eram sete a zelar, sete danças a atravessar, aliás, seis
Taças de puro vinho, cada uma tinha o seu intenso sabor e qualidades intrínsecas
Pela beleza e sabor foram difíceis de manter; todas sublimes e lindas em sua tez
Nenhuma delas mudado em elas, eram supérfluos, aliás razões da vida viver
O homem honesto zelava de cada uma delas, e como sagradas em sua vida as fez
Lutou, honrou e conseguiu se equilibrar e a cada uma delas dignidade ofereceu.
Honestidade
Taças
Danças
Qualidades
Divindades!

Quando se tem estes predicados alvissareiros, uma fogueira por perto logo se pressupõe
Aliás, uma fogueira incandescente para cada substantivo, ao todo sete; ou seis?
Nem sete nem seis, mas trinta e seis. Devido aos riscos, quarenta e nove; talvez
Fogueira não escolhe a qual deles queimar, se original ou novato [quer queimar]
O homem honesto se e as protege; detesta qualquer fogo escandaloso a seu barato cortar
Barato não; caro! Muito caro, pelos muitos significados que cada uma delas contem
Mas há homens que – como os pavões; tipo este – conseguem dançar [sem os queimar]
Não é para todos que querem e se cuidam, de suas lindas e abundantes taças a bailar…
Foi a virtude de Deus a proteger aquele homem [honesto]. Seria por isto?!?
Fogueiras
Taças
Danças
Rabos de Palha
[não se podem] Queimar…

(*) Brasilino José da Silva é poeta em Rondonópolis.

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