Gestantes e mulheres no pós-parto com comorbidades serão vacinadas no Centro Cultural José Sobrinho – (Foto – Divulgação)

 

Em Rondonópolis começam a ser vacinadas hoje (5) as gestantes e mulheres no pós-parto que têm comorbidades e as pessoas com mais de 57 anos também com comorbidades.

A imunização foi ampliada, segundo a Prefeitura, após o Município receber mais 7.870 doses da vacina Astrazeneca. A nova remessa foi entregue pelo Governo do Estado ontem (4) para a Secretaria Municipal de Saúde (SMS).

 

 

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Além desses grupos, a SMS informou que nesta semana continuam sendo vacinados os imunossuprimidos (portadores de HIV/Aids) independente da idade, no Serviço de Atendimento Especializado (SAE), que já conta com essas pessoas cadastradas.

No Centro de Nefrologia e em clínicas de hemodiálise, a vacinação também está em andamento nesta semana. Nestes locais, são vacinados os pacientes renais crônicos que estão em tratamento, independente da idade. Na Apae, segue a imunização das pessoas com Síndrome de Down.

As gestantes e mulheres no pós-parto com comorbidades serão vacinadas no Centro Cultural José Sobrinho. O atendimento acontece das 8h às 11h e das 13h às 16h a partir de quarta-feira.

Pessoas com 57 anos e com comorbidades devem procurar os seguintes pontos de vacinação das 8h às 11h e das 13h às 16h: Posto de Saúde da Família (PSF) do bairro Pedra 90 e a Escola Estadual Pindorama. Pelo sistema drive thru, a vacinação acontece no Estádio Municipal Luthero Lopes das 8h às 16h.

Falta da vacina Coronavac continua

A SMS confirmou ontem que recebeu mais 300 doses da vacina Coronavac. No entanto, a quantidade de doses entregues ao Município é insuficiente para administrar a segunda dose em todas as pessoas que aguardam pela imunização e já passaram do prazo estipulado pelo fabricante, que é de 14 a 28 dias após a administração da primeira dose.

Pela estimativa informada pela Saúde, mais de 4.250 pessoas já deveriam ter tomado a segunda dose da Coronavac, entre idosos e profissionais da saúde. A SMS informou que está definindo como irá promover a imunização para os idosos com as doses que chegaram. A intenção é administrar as doses para quem aguarda há mais tempo.

Em entrevista ao A TRIBUNA na última segunda-feira (3), a enfermeira da Vigilância Epidemiológica do Município, Cibelly Carvalho, tranquilizou esse público e ressaltou que, mesmo que a segunda dose seja aplicada após o prazo estabelecido pelo fabricante da vacina, não haverá prejuízos na imunização.

Isso porque o sistema imunológico tem uma “memória” e funciona por meio de estímulo de um antígeno (vacina) e quando a segunda dose for aplicada, mesmo que depois do prazo definido pelo fabricante da vacina, os anticorpos serão normalmente produzidos e por isso, não há prejuízos quanto à imunização.

O problema, conforme explicou, é que enquanto a pessoa não toma as duas doses da vacina ela continua vulnerável, podendo se infectar e adoecer pela Covid-19. Assim, as pessoas que tomaram somente a primeira dose ainda não estão imunes e precisam continuar adotando todas as medidas de proteção para que não se contaminem.

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