Estranho né! Entregar ou não estragar? Pois bem estimados leitores, hoje quem sabe à reflexão sobre tomada de decisão e quem sabe alguns caminhos mentais que possam tomar e talvez alguns pontos digamos que supostamente interessantes nessa labuta, seja, decisão com ou sem equívocos.

Interessantes falar de decisão, mas também; motivos, bases, planos, interesses e principalmente perspectivas e aqui trazendo é o ato de entregar e o devido processo, ou, assim não entregar e estragar, ou estragar e entregar, confuso, mas tento explicar…

Creio que por muito tempo se falou das frutas, verduras e legumes que chegam a nós de longe, com o carro refrigerado, temperatura controlada, com ou não o devido transporte e mais ou menos distribuição para chegar na população – eita-eita e quantas decisões!

Para Lee (2008, p.5) os modelos de tomada de decisão mais atuais são descritivos e estão próximos dos processos psicológicos, mentais por se dizer e estão por trás das decisões, mostrando que as decisões são subjetivas, e que as pessoas não tomam decisões racionais na maior parte das vezes. Aqui ficamos atentos com a motivação do tomador de decisão, à interação entre cognição e emoção e à pressão de grupo, entre outros tantos aspectos.

Grupo – Viram a palavra grupo parecer – Assim bem menos emoção e muito mais razão, será que será, ou defenderemos esse ou aquele?
Aquilo-aquele, seria possível se tivemos o devido preparo, então a questão seria o que e como preparar? Podemos pensar numa ou várias receitas de bolo, mas o bolo não entra no assunto, ou entraria somente para a festividade de poucos que comemoram a malandragem, mas tem fumaça e logo vê-se o dito cujo do fogo, somente cuidado e nesse momento todo é pouco.

Nesse processo automático, por vezes o mecanismo de processamento dessas informações podem se tornar opostas ao que ocorre no processo controlado, digo porque o mecanismo ativado pela captação de estímulos que é a devida atenção, sendo assim filtrados do meio ambiente e ali está o suporte a nossa individual decisão – fiscalizar.

(*) Marcio Martins é coordenador do Grupo de Estudos em Neuropsicologia e Psicanálise,GENeP. Membro Associado à Sociedade Brasileira de Neuropsicologia, SBNp. @marciomartins6140

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