Neste segundo ano de pandemia do coronavírus fica uma reflexão para que abracemos nossos entes queridos hoje, porque amanhã se um deles cair num hospital conveniado com plano de saúde, ele não mais sairá vivo e você perderá a oportunidade de dar um abraço: há anos aconteceu com meu pai assim lá no hospital Santa Rosa, de Cuiabá, e também com minha mãe no hospital Santa Cruz, em Cuiabá, e agora foi num hospital particular em SP com minha cunhada que ficou entubada quase um mês pelo covid-19, e depois morreu.
Esses hospitais seguram o paciente pela diária cara que esses planos pagam, até o limite…

Depois o plano e o hospital resolvem o que é melhor…
Assim sendo, vamos valorizar o nosso Sistema Único de Saúde (SUS): cobremos melhoria para ele, valorizemos ele, e acreditemos nele.

Entendo que, após ser diagnosticado pelo vírus e começar a tomar medicamentos receitados, não podemos avexar e nem ter receio em tomar remédios caseiros, porque eles também, além de não terem contraindicação, previnem (mistura de alho, limão, açafrão, mel, gengibre, vinagre de maçã, ferventados), e o chá de mastruz também ajuda na cura precoce.

Cuidem-se ao MÁXIMO porque o inimigo está escondido: está no chão, no produto do mercado, na caneta, no ar do nosso do dia a dia… Usemos máscara, vacinemos sim, isolemos se pudermos, e nos distanciemos de aglomerações. Deus acima de tudo.

 

(*) Saulo Moraes é morador no pantanal sul mato-grossense.

 

1 COMENTÁRIO

  1. Verdade. Remédios caseiros salvam. Eu uso. Muitos médicos estão a serviço das indústrias farmacêuticas. Os planos de saúde têm como principal objetivo o lucro. E essa praga chinesa está destruindo muitas vidas no mundo inteiro. Resta-nos rezar e reafirmar a nossa FÉ EM DEUS!

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