O trecho do Anel Viário de Rondonópolis entre a MT-130 e a BR-163/364, novamente, está repleto de buracos. A obra de recuperação do trecho foi entregue pelo Governo do Estado, oficialmente no dia 7 de fevereiro de 2020, e em menos de um ano, ainda em janeiro de 2021, já começou a apresentar buracos na pista, que agora são em número maior após o período chuvoso. A situação vem causando a indignação de vários leitores do A TRIBUNA.

 

 

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Conforme constatado pela reportagem do A TRIBUNA, os defeitos no pavimento se concentram especialmente em locais em que é possível observar pouca ou quase nenhuma drenagem. Nesses pontos, uma espécie de “torção” às margens da pista, problema que costuma se formar quando existe a junção de veículos pesados e drenagem ruim das águas pluviais, estão por várias partes.

Na verdade, o pavimento do Anel Viário tem se apresentado problemático devido um problema no subleito, que fica abaixo da sub-base, que não foi resolvido completamente, mesmo após várias vistorias da Sinfra estadual e também de deputados federais da região.

Os buracos começaram a se formar também em outros pontos, como na cabeceira da ponte do perímetro urbano, o que coloca em risco, especialmente, os motociclistas que trafegam pelo trecho, sendo a grande maioria moradores de Rondonópolis, em meio ao tráfego de caminhões.

Conforme publicado pelo A TRIBUNA, a obra de reparos no Anel Viário, que teve início em agosto de 2019 e foi entregue oficialmente em fevereiro de 2020, foi executada pela empresa Enpa Engenharia e Parceria Eirelli ao custo de R$ 5,947 milhões, para a recuperação dos pouco mais de 16 quilômetros de extensão do trecho entre a MT-270 e a BR-163/364.

Pelo que foi informado, o contrato com a empresa previa a restauração de 40 centímetros a partir da sub-base, pois na época não havia sido detectado nenhum problema no subleito, que fica abaixo da sub-base. Com a descoberta desse problema, a empresa responsável fez, a partir de um aditivo, a colocação de uma camada asfáltica em toda a extensão da via. Em seguida, começaram a surgir buracos na pista, por duas vezes, que também foram corrigidos pela Enpa Engenharia.

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