Durante a sessão ordinária, vários vereadores reclamaram da postura do prefeito de enviar projetos sem especificar claramente os objetivos e a destinação dos recursos – (Foto – Reprodução)

 

O prefeito Zé Carlos do Pátio (SD) continua mandando uma grande demanda de projetos de leis em regime de urgência para a votação na Câmara Municipal. Ontem, durante a sessão ordinária, vários vereadores reclamaram da postura do prefeito que, além de mandar os projetos “em cima da hora”, ainda não especifica claramente os objetivos e a destinação de recursos de cada um deles. Somente na semana passada, a Prefeitura enviou projetos prevendo a liberação de crédito suplementar que, somados, ultrapassaram a casa dos R$ 25 milhões.

 

 

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Ontem dois projetos prevendo a liberação de recursos para enfrentamento da Covid-19 causaram dúvidas em vários vereadores devido à falta de informações claras.

“A Câmara vem votando projetos para investimentos na saúde para o enfrentamento da Covid-19 desta forma que a Prefeitura está enviando, mas nós vamos fiscalizar. Só estamos votando porque o momento é de salvar vidas”, justificou o vereador Paulo Schuh (DC).

“Os projetos do Poder Executivo estão vindo sem especificações claras. Não vem informações de como e onde serão investidos os recursos públicos”, completou o vereador.

De acordo com o vereador Reginaldo Santos (SD), líder do prefeito na Câmara, ele tem tentado o diálogo com a Prefeitura para que os projetos cheguem de forma antecipada para os vereadores.

“Tenho conversado muito sobre este assunto, mas o momento de crise ainda permite que projetos sejam encaminhados em regime de urgência, pois a maioria é referente a investimentos no enfrentamento da Covid-19”, explicou Reginaldo Santos.

A reclamação quanto a grande demanda de projetos enviados para a Câmara em regime de urgência vem desde a gestão do ex-vereador Rodrigo da Zaeli (PSDB), entre 2017 e 2018, e do vereador Cláudio da Farmácia (MDB), que presidiu a Casa de Leis nos anos de 2019 a 2020.

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