dia… eu encontrei o amor.
Era como se alguém estivesse a brincar comigo,
Fui na lua e voltei.

Minhas emoções se multiplicaram,
Os batimentos cardíacos aceleraram,
Quase que me enfartei.

Era tudo diferente daquilo que eu pensava
Minha boca cantarolava
Meus pés valsalva numa dança sem nexo.

Era uma coisa estranha
Entranhada na alma
Como se estivesse num chapéu-mexicano.

Ah! O amor que encanta
Numa dança, a valsa dos deuses a instigar a paixão,
Ele enrosca, gruda no peito e rasga o coração.

Tentei ser normal como os outros,
Não deu… eu estava embevecido
Hipnotizado no olhar de quem me prendia.

Doei-me todo, dei-lhe o meu nome.
Hoje estou preso para sempre,
Nas garras desse amor que me consome.

(*) Isaías Dias é Poeta e Romancista, Membro da ARL. Autor do Livro A Chalana Do Adeus.

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