(Foto: Arquivo)

Após o Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Rondonópolis (Sispmur) ingressar no último dia 31 de março com uma ação judicial contra a Prefeitura e seus secretários, que estariam se negando a cumprir o decreto estadual em vigor para o enfrentamento da pandemia, a Justiça quer que o Município informe quais são as atividades que atualmente estão sendo desenvolvidas por todos os profissionais da Educação que estejam trabalhando presencialmente, bem como informe o que impossibilita de colocá-los em home office e quais órgãos públicos, além de hospitais e unidades de saúde, estão funcionando com atendimento presencial ao público e a impossibilidade do atendimento se dar por meio remoto.

 

 

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“Sabemos que o prefeito e secretários tentaram justificar o injustificável, por isso já temos fotos e vídeos que comprovam nossas alegações. E isso serve para todas as secretarias onde não há atendimento presencial nesse momento”, disse a presidente do Sispmur, Geane Lina Teles.

“Queremos que a Justiça determine que os órgãos públicos municipais essenciais e indispensáveis façam o atendimento do interesse público funcionando por meio de expediente interno, sem atendimento presencial, com rodízio de servidores, com observância dos protocolos de mitigação e prevenção a disseminação do coronavírus”, ressaltou a sindicalista.

Na ação, o Sispmur reivindica a promoção do teletrabalho aos servidores que apresentam comorbidades, assim como preconiza o cumprimento do decreto estadual e normas na OMS, promoção do teletrabalho e/ou revezamento nos períodos matutinos e vespertinos dos servidores no Paço Municipal e nas demais secretarias, haja vista o atual estágio da pandemia e descumprimento dos protocolos no que diz respeito ao distanciamento social, considerando as condições arcaicas da estrutura física do prédio do Paço Municipal e suas secretarias.

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