Curta levanta debates sobre o preconceito entre o próprio público LGBTQI+ – (Foto: Divulgação)

 

HIV não é coisa de gente promíscua. HIV não é mais sinônimo de morte. É possível conviver com vírus, sem manifestar os sintomas e manter a carga viral a níveis tão baixos que passam a ser indetectáveis, ou seja, pessoas que vivem com HIV passam a não transmitirem o vírus sexualmente. Estes são alguns dos aprendizados que o espectador vai encontrar no curta-metragem “Antes do Mundo Acabar”, contemplado por meio do edital emergencial MT Nascentes da Secretaria de Estado de Cultura, na categoria de Culturas LGBTQI+, por meio da Lei Aldir Blanc.

Desde a estreia do curta na noite desta quarta-feira (31/03), foram centenas de visualizações. Se você quiser assistir tem que correr, pois ele vai sair do canal neste domingo (04/04). Para assistir, clique em https://www.youtube.com/watch?v=gM4X_EvbbF0&t=2s

Quem assistiu, tem encaminhado o link para mais amigos, pois o curta levanta debates sobre o preconceito entre o próprio público LGBTQI+, a cultura drag, e claro, o desconhecimento sobre o HIV e de que é possível conviver com o vírus tendo uma vida sadia, trabalhando, tendo sonhos, contudo, é um aprendizado os que não têm HIV e precisam também buscar conhecimento sobre o tema.

Há um consenso crescente entre cientistas de que pessoas com carga viral indetectável em seu sangue não transmitem o vírus sexualmente. O tratamento do HIV por meio dos antirretrovirais ajuda na diminuição das chances de transmissão, além de evitar que a pessoa desenvolva a Aids. A diferença entre as duas doenças é quando uma pessoa convive com o vírus sem desenvolver sintomas e a Aids é o estágio avançado da infecção.

Para o idealizador do projeto Lucas Lemos a repercussão do curta tem sido uma grata surpresa.

“A gente não imaginava tamanha repercussão. Todos os envolvidos estamos em festa.

É em nome de todas e todos que fizeram parte disso que agradeço e convido ao público a ficar de olhos nos passos de Antes do Mundo Acabar, porque esse é só o começo da caminhada.”

 

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