Em uma das fotos constantes na notificação, os fiscais relatam que a sarjeta foi totalmente destruída pela força da água – (Foto: Divulgação)

A obra de duplicação da Avenida Poguba, que está novamente paralisada, também vem apresentando problema na drenagem e pavimentação que já foi executada pela empresa responsável.

Os problemas foram relatados pela própria Prefeitura de Rondonópolis em notificação encaminhada à empresa.

Conforme a notificação publicada no Diário Oficial do Município de 19 de março, a Construtora Amil Ltda não estaria executando os serviços de drenagem superficial, o que estaria ocasionando transtornos, gerando patologias na obra e aumentando o tempo útil de execução dos serviços.

 

 

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Em visita à Avenida Poguba, a fiscalização da Secretaria Municipal de Infraestrutura (Sinfra) diz ter verificado inconsistências e irregularidades na execução da obra de pavimentação e drenagem superficial.

“Destacamos que com o período chuvoso incisivo, as patologias causadas pela força da água são decorrentes do descaso e falta de planejamento da contratada, visto que problemas futuros causados por chuvas são previsíveis e merecem grande atenção”.

Além disso, a fiscalização destaca que como o pavimento foi recém-dimensionado não deveria sofrer com a ação da água. Em uma das fotos constantes na notificação, os fiscais relatam que a sarjeta foi totalmente destruída pela força da água, que também penetrou por debaixo da camada de revestimento do asfalto, o que ocasiona a diminuição do tempo útil do pavimento.

Na notificação, a Prefeitura ressalta ainda que os problemas identificados na obra acabam prejudicando os motoristas que se utilizarão do trecho.

A obra de duplicação da Avenida Poguba, orçada em aproximadamente R$ 6,7 milhões, que envolve, além da pavimentação e drenagem, a construção de ciclofaixa, calçadas, meio-fio, sinalização, iluminação e faixas elevadas, estaria com 50% dos serviços concluídos, de acordo com a Sinfra.

A obra tem 2,5 quilômetros de extensão, e fica situada entre as rotatórias das avenidas Beira Rio e Francisco Goulart. A construção teve início ainda em 2019, mas foi paralisada mais de uma vez.

 

Outro lado

A empresa Amil foi procurada pela reportagem do A TRIBUNA e informou que está elaborando a resposta oficial à notificação para encaminhar à Prefeitura.

 

1 COMENTÁRIO

  1. Sejamos sinceros, a qualidade de obras em Rondonópolis é vergonhosa, perceba que a Coder não consegue sequer tapar buracos com qualidade, normalmente se vê assim na atividade de tapar buraco “DOIS NO CELULAR, UM COM UMA PECARETA, OUTRO ARREMSANDO MASSA ASFALTICA A UNS 5 METROS DE DISTÂNCIA” assim acabou a obra kkkkkkkkkkkkkkkkk

    Ou seja um monte de engenheiro lá na CABIDER que sequer consegue melhorar a qualidade de um serviço simples como tapar buraco, imagina a obra acima citada!

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