Ação movida pelo sindicato foi motivada pelo fechamento da agência da Dom Pedro II em Rondonópolis – (Foto: Arquivo)

 

O Sindicato dos Bancários de Rondonópolis e Região Sul obteve uma liminar na Justiça do Trabalho que impede que o Banco do Brasil faça a transferência compulsória de caixas e escriturários para outras cidades em função do fechamento de agências.

A ação movida pelo sindicato foi motivada pelo fechamento da agência da Dom Pedro II em Rondonópolis e visa evitar prejuízos aos trabalhadores.

O sindicato alegou que as transferências compulsórias de caixas e escriturários para outras cidades, que são os profissionais com os salários menores, mesmo em municípios que contam com outras agências em funcionamento, trariam grandes impactos à vida dos funcionários, especialmente, aqueles que contam com filhos e cônjuges.

 

 

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A decisão foi tomada pela juíza do Trabalho de Cuiabá, Márcia Martins Pereira, que determinou que o Banco do Brasil se abstenha de proceder remoções e transferências compulsória de caixas e escriturários para localidades diversas da mesma praça sob pena de multa diária de R$ 1 mil. Somente ficam permitidas a transferências dentro do mesmo município.

A agência do BB da Dom Pedro II será fechada no próximo dia 29. Os clientes já foram, inclusive, avisados e segundo o sindicato, a medida é irrevogável.

O fechamento faz parte de um pacote de medidas lançado pela Direção Nacional do Banco do Brasil que inclui o fechamento de mais 111 agências no país, sete escritórios e 242 postos de atendimento.

Para minimizar o impacto social das decisões, o Banco do Brasil anunciou um estudo de remanejamento lateral de funcionários para agências que possuam vagas, além da abertura de dois Programas de Demissão Voluntária.

No pacote consta, por exemplo, indenizações que iriam de R$ 10 até R$ 450 mil, aposentadoria antecipada para funcionários que se enquadrem e outras opções mais específicas.

 

1 COMENTÁRIO

  1. O Banco do Brasil sempre foi um exemplo, mas depois que as esquerdas/PT, PCdB e afiliados tomaram conta do banco, do governo e demais estatais, deixou de seu um banco para atender o povo, o comércio, as indústrias e o agro negócio, para se tornar um grande cabide de emprego. E deu nisso, fechamento de agências, escritórios e assim por diante. Vergonha, incompetência, insensibilidade, justamente nessa época de pandemia do Covid-19, com milhões de desempregados e outros tantos passando fome. Os marajás de Brasília, sentados em seus escritórios suntuosos, ar condicionado, tomando champanhe e uísque, comida da melhor possível, salários e penduricalhos em dia, não vivem a realidade dos brasileiros de modo geral.

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