Reunião da ordem do dia ontem na Câmara recebeu representantes de várias categorias contrárias ao decreto – (Foto: Roberto Nunes/A TRIBUNAL)

O anúncio do governador Mauro Mendes anteontem (1/3), impondo novas medidas restritivas para todo o Mato Grosso, causou reação contrária em vários segmentos locais, como dos promotores de eventos e o Sindicato dos Empregados de Bares, Restaurantes e Similares (Sindecombares), que representa os empregados de bares, restaurantes e similares de Rondonópolis, bem como das lideranças evangélicas e da categoria dos músicos da cidade.

Ontem, durante a reunião da ordem do dia dos vereadores, representantes de todos estes segmentos reivindicaram o apoio para uma possível flexibilização das exigências previstas no decreto estadual.

 

 

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Os setores de entretenimento solicitaram aos vereadores que intermedeiem junto ao Estado para que os eventos e bares possam funcionar pelo menos até as 22 horas, já que ficou estabelecido no decreto estadual toque de recolher das 21h às 5h e fechamento das atividades econômicas às 19h de segunda a sexta-feira.

Aos sábados e aos domingos, os estabelecimentos devem fechar às 12h, horário que tem início o toque de recolher.

Já o setor evangélico quer que os cultos religiosos sejam definidos como atividades essenciais, assim como prevê um projeto de lei do vereador Cido Silva (PSC), que deverá ser apresentado hoje em regime de urgência durante a sessão ordinária da Câmara Municipal.

Pelo projeto, todos os cultos religiosos de qualquer natureza, realizados em seus respectivos templos e fora deles, serão considerados como atividades essenciais que devem ser mantidas em períodos de crise por moléstias contagiosas, epidemias, pandemias ou catástrofes naturais em toda e qualquer decisão do Executivo municipal, Comitê de Crise e decretos publicados.

“O trabalho das igrejas e templos deve ser considerado essencial porque presta um serviço de apoio espiritual a toda pessoa que esteja aflita, doente ou necessitando de quaisquer outros auxílios. No momento, em que alguém entra ao templo pedindo socorro, sempre encontra um pastor, um padre, ou espiritualista disponível para ouvi-la e acalmá-la, ministrando uma palavra de fé”.

 

1 COMENTÁRIO

  1. Uma verdadeira aberração, nós empresários estamos pagando uma conta que não é nossa, é a incompetência do estado na sua expressão completa, esse prefeito mequetrefe sequer conseguiu instalar mais UTI’s na cidade, comprou respiradores falsos, lesou a contribuinte com isso e sequer foi tomada alguma atitude contra isso. comprou um “hospital” que seque consegue atender alguma coisa!
    Liberou tudo final de ano, até a “pracinha que ele fez” com o bonde do covid andando pela cidade tudo lotado e ele sequer tomou alguma medida.
    O desgovernador é outro incompetente, que sequer investiu em alguma coisa, agora todos jogam a conta nas costas do empresário.

    são um bando de safados, espertalhões que estão se aproveitando para fazer farra com o dinheiro publicoi.

    Vacina, a essa é a resposta deles para tudo, jogando a culpa em cima de somente um! mas as filas que estão sendo quebradas pelo seus compassar isso ninguém fala!

    A sociedade tá de saco cheio desses patifes, mas infelizmente por outro lado tem gente que adora isso, pois querem viver as minguas com uma esmola dada pelo governo para em troca não fazer nada.

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