Quando nos referimos a crenças, não estamos tão somente falando do que acreditamos, mas do impacto de tudo que cremos e assumimos como verdadeiros, isso tendo as pessoas que amamos como referência (o que é deles, assumimos como nosso), a repetição do pensamento, como a devida consolidação e por fim o que temos, se não o que acreditamos?

Intrigante não é? Para tratarmos desse assunto, devemos lembrar que a flexibilidade cognitiva, ou melhor a neuroplasticidade em que o cérebro e as nossas ideias, possam alterar, isso, sem deixar de trazer a tona a facilidade que há da criança, do adolescente da mudança de crenças.

Mas afinal, o que são as crenças e os preconceitos?

A crença propriamente é uma ação de crer na verdade ou na possibilidade de alguma coisa, já o preconceito é um conceito associado a discriminação e as diferenças que existe no mundo, normalmente atribuindo juízo de valor.

Vejamos que estamos adentrando nessa relação entre o que pensamos, como pensamos e o que destacamos como crítica de avaliação pessoal, isso feita, sob uma ou outra ótica…

Fato, ou melhor juízo de fato são aqueles que são, como são, ou melhor, aqueles que aconteceram no passado, fato, porém vejamos a linha tênue em juízos éticos de valor, tais como as normas, que promovem comportamentos que seguem por caminhos, ou não das leis…

Compreendo que ficou um pouco estranha e confusa, no entanto, podemos dizer assim, que se revisarmos as crenças, preconceito e juízo de valor – podemos promover em nós mesmos uma reflexão para o bem da humanidade e da paz que começa em nós, sem grandes viagens aos mistérios da mente humana, o que acham?

Pois respeito é respeito…

 

Marcio Martins é coordenador do Grupo de Estudos em Neuropsicologia e Psicanálise,GENeP. Membro Associado à Sociedade Brasileira de Neuropsicologia, SBNp. @marciomartins6140

 

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