A tecnologia adentra em nossas vidas diárias sem restrições. O uso de novos equipamentos ou produto muda o comportamento e vida de algumas pessoas. Essas mudanças modificou a maneira como as pessoas veem o mundo ao seu redor, a forma de trocar, gerar e adquirir novos conhecimentos. Na década de 1980, essa invasão tecnológica produziu “nativos digitais”. Percebe-se que a partir desses padrões, na Web 1.0, os usuários tiveram um desempenho ruim, era somente um espectador, já na Web 2.0, ele se tornou um produtor dinamicamente interativo, com as possibilidades de ler, modificar, criar e recriar conteúdo. A necessidade dos profissionais da educação se modernizarem incentivou a busca por uma formação contínua para sobreviver no mercado de trabalho e conectar-se de fato, “conectado”, estabelecendo condições para haver uma simbiose educacional perfeitamente realizada por meio da nova tecnologia digital. Tornando-se comum o autodidatismo, cria um ambiente enérgico para o estabelecimento da educação e melhorando os métodos de ensino.

A Web 2.0 pode mudar a forma de educação porque traz mais do que uma existência passiva na fase de aprendizagem, o professor por sua vez proporciona oportunidade de examinar aspectos que geralmente são difíceis de identificar em sala de aula. As redes de comunicação ao mesmo tempo podem agregar valor às instituições de ensino. O uso wikis e blogs podem apresentar aos alunos a cultura de divulgação e debate de ideias, este achado explana algumas vantagens, deste modo o conceito de virtualização e o impacto resultante: muitos abstratos, mas poucos demonstrado na prática, ou seja, um exemplo de uso real da ferramenta.

No mundo virtual é aplicado ao campo da construção do conhecimento, muitas irrealidades e involuções podem ser ocultadas. É necessário pensar e organizar essas informações de acordo com características que possam ser benéficas ao aprendizado, e a tecnologia utilizada para tal deve ser condizente com o modelo de ensino adotado, levando em consideração, principalmente o desenvolvimento global das habilidades humanas, é necessário um melhor entendimento.

A relação criança-adolescente e tecnologia, pois mesmo que exista uma relação mediadora entre o pesquisador e o sujeito, essa relação também esconde alguns perigos como o Cyberbullying é um ato de violência, que envia mensagens ou e-mails, a internet ou o próprio telefone celular podem ser uma ameaça nas mãos de pessoas de má índole. O sexting por exemplo, a pessoa expõe pornografia por meio de fotos via Internet ou celular, filmando.

As crianças que usam a Internet para pesquisar informações não havendo restrições de conteúdo, a menos que os pais instalem os chamados filtros para prevenir, permitir ou restringir o acesso a determinados sites. Por exemplo, o uso de aplicativos e plataformas de ensino para disseminar materiais, atividades, testes e notas requer uma tecnologia para garantir a integridade desses dados e permitir que apenas pessoal autorizado tenha acesso às informações, garantindo que nenhuma informação sensível vaze e caia nas mãos de pessoas mal-intencionadas.

 

(*)Aldeny Alves de Oliveira e Rosilene Alves Lima são educadoras da Rede Municipal de Educação Infantil.

 

 

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