Ao longo da construção histórica da Educação muito tem se discutido sobre a necessidade de transformar ou melhorar o processo de ensino e aprendizagem.

A sociedade passa por modificações e com o passar dos anos ela vem progredindo tanto socialmente quanto tecnologicamente. Isso exige dos profissionais da educação um novo olhar e reflexão em relação de como efetivar um ensino para contribuir para o seu público, de modo que estes se desenvolvam como indivíduos críticos, responsáveis e capazes de transformar, além de conviver com todos os desafios por eles encontrados no seu cotidiano.

A humanidade, mesmo com suas relações sociais complexas, percorre pelos mais diversos caminhos, mesmo com algum grau de dificuldade e isso independente da área em análise, pois sempre buscam uma melhor qualidade de vida.

Duas décadas do século XXI já foram consumidas e as questões sociais a cada momento são melhores pensadas e repensadas. Tais questões são bastante defendidas por quem tem empatia e compreendem o papel delas para a construção de uma sociedade mais equânime. As políticas públicas a cada construção ganham forças e buscam suprimir toda e qualquer condição de desigualdade.

As lutas são constantes, as vitórias se apresentam em forma de pequenos passos que buscam construir um todo, com alicerce forte e de construção contínua.

Para compreensão de um cenário educacional inclusivo, que se refere a uma ação de contribuição direta para a educação, a nós é necessário compreender o sentido dela, que não pode ser compreendida como o simples ato de transmissão da herança dos antepassados para as novas gerações, pois é um processo que permite o florescer do novo em ruptura com o velho, contribuindo desta forma para o melhor desenvolvimento da vida em sociedade.

 

(*) Aridinar Alves Ferreira, Sandra Maisa Pina Borges e Renata da Penha Coelho Mata são professoras da Rede Municipal de Educação

 

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