Em um balanço parcial, o candidato Zé Carlos do Pátio foi o que mais arrecadou e mais gastou nas eleições 2020 em Rondonópolis – (Foto: Arquivo)

 

Os candidatos e partidos que disputaram as eleições neste dia 15 de novembro precisam agora ficar atentos à apresentação da prestação de contas final da campanha.

O Plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou, na manhã desta quinta-feira (19), a alteração dos prazos para esse compromisso. Em um balanço parcial, o candidato Zé Carlos do Pátio foi o que mais arrecadou e mais gastou nas eleições 2020 em Rondonópolis.

Conforme o novo calendário, os eleitos devem apresentar as contas até o dia 15 de dezembro, para que possam ser analisadas a tempo da diplomação, que deve ocorrer até 18 de dezembro. A regra vale também para vereador até o terceiro suplente.

Já os candidatos que não foram eleitos, bem como os respectivos partidos, terão de 7 de janeiro até 8 de março para apresentar a documentação que comprove tudo o que foi arrecadado e gasto na campanha.

Os dados parciais do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) apontam que Zé do Pátio (Solidariedade) gastou R$ 1.846.912,86 (até o dia 16/11), principalmente em serviços de produção de programa e marketing (R$ 713.473,00), materiais impressos (R$ 476.329,50) e doações financeiras a outros candidatos/partidos (R$ 174.854,00). Em termos de receitas, consta o montante de R$ 2.270.462,74 recebidos, principalmente da direção do PSD (R$ 470.000,00) e do Solidariedade (R$ 392.000,00).

 

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A segunda maior arrecadação nesta eleição, conforme atualização de 17/11, foi do candidato Luizão (Republicanos), com R$ 1.378.162,73 em recursos recebidos, sendo ele próprio o seu maior doador, com R$ 287.000,00.

Em termos de gastos, a campanha de Luizão até essa data contabiliza R$ 1.378.906,09, principalmente com produção de programa e marketing (R$ 528.900,00) e doações financeiras a outros candidatos/partidos (R$ 161.500,00).

Depois a campanha que mais arrecadou foi a de Thiago Muniz (Democratas), com R$ 405.060,00 recebidos até 3 de novembro, tendo ele próprio como maior doador (R$ 270.000,00).

Até essa data, ele havia gasto R$ 651.329,20, sendo os maiores gastos com produção de programa e marketing (R$ 309.000,00) e impulsionamento de conteúdos (R$ 65.000,00).

Até 13 de novembro, o candidato Cláudio Ferreira (Democracia Cristã) declarou uma arrecadação de R$ 333.985,00, com gastos de R$ 284.527,99.

Depois, segundo os dados do TSE, aparecem o candidato Coronel Bonoto, com arrecadação de R$ 271.865,00 e gastos de R$ 118.677,38 (até 16/11); Kleber Amorim (PT), com arrecadação de R$ 158.580,00 e gastos de R$ 139.402,70 (até 14/11); Ubaldo Barros (Cidadania), com arrecadação de R$ 50.000,00 e sem gastos declarados (até 24/10); e Kleison Teixeira (Psol), com arrecadação de R$ 47.391,50 e gastos de R$ 30.432,00 (até 10/11).

 

PRAZO – Com a entrega em datas diferentes, a norma aprovada pelo Plenário visa atender regras do Plano de Segurança Sanitária do TSE para a prevenção ao contágio pela covid-19.

A instrução normativa prevê também escalonamento da entrega das mídias eletrônicas com os documentos comprobatórios seguindo as medidas sanitárias para o atendimento presencial.

Segundo informado, cada Tribunal Regional Eleitoral poderá estabelecer regras para o atendimento presencial, como agendamento prévio e limite de pessoas a depender do espaço físico de cada localidade.

 

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