Mônica Marchett está foragida desde o dia 8 de outubro – (Foto: Arquivo)

A defesa de Mônica Marchett, acusada de, junto ao pai Sérgio Marchett, ser mandante do assassinato dos irmãos Brandão Araújo Filho e José Carlos Machado Araújo, em 1999 e 2000, sofreu uma importante baixa.

O grupo de advogados que defendia a empresária, que se encontra foragida da Justiça, deixou o caso alegando “foro íntimo e particular”. A renúncia foi assinada de forma conjunta entre 10 profissionais.

Um deles, Antônio Carlos de Almeida Castro, conhecido como Kakay, é advogado de renome nacional e ganhou fama por defender políticos envolvidos na Operação Lava Jato, ex-presidentes da República, além de grandes empresários e grupos econômicos. Valber Melo, que costuma atuar em grandes casos em Mato Grosso e em Brasília, também deixou a defesa.

No momento, somente o advogado Cláudio Paim dos Santos, e marido de Mônica Marchett, segue na defesa da empresária que é ré no processo sobre a morte dos “Irmãos Araújo”, caso que se arrasta há anos na Justiça sem a condenação dos mandantes apontados pelo Ministério Público Estadual, Mônica e Sérgio Marchett.

No dia 8 de outubro, como já noticiado pelo A TRIBUNA, a Primeira Vara Criminal de Rondonópolis expediu um mandado de prisão contra a empresária por crime de homicídio qualificado. O pedido de prisão foi feito pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), e acatado pelo juiz titular da Vara, pelo fato do MP não conseguir localizar Mônica para citação judicial da denúncia que foi oferecida sobre o crime.

Foragida desde então, seu nome consta como “pendente de cumprimento” no Banco Nacional de Monitoramento de Prisões (BNMP), do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). O processo que envolve a empresária está em fase de instrução e tem audiência marcada para dezembro deste ano.

 

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