Encontro entre o deputado Claudinei e o coordenador geral de Combate ao Crime Organizado, Carlos Augusto Bock – (Foto – Encontro entre o deputado Claudinei e o coordenador geral de Combate ao Crime Organizado, Carlos Augusto Bock)

O deputado estadual e presidente da Comissão de Segurança Pública e Comunitária da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), Delegado Claudinei (PSL), se reuniu ontem (20), com o coordenador geral de Combate ao Crime Organizado (CGCCO), Carlos Augusto Bock, da Secretaria de Operações Integradas do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP).

O encontro ocorreu na sede do Palácio da Justiça, em Brasília (DF), para discutir as principais demandas das forças de segurança pública que atuam na faixa de fronteira entre Mato Grosso e Bolívia.

Com as visitas realizadas aos polos regionais de Tangará da Serra, Pontes e Lacerda e Cáceres que pertencem à Região Integrada de Segurança Pública de Mato Grosso (Risp), a Comissão de Segurança da Casa de Leis identificou as deficiências e necessidades existentes nas instituições de segurança que atuam diretamente na fronteira.

VIATURAS

Um dos grandes problemas notados nestes polos, segundo Claudinei, é a carência de apoio do governo federal quanto a substituição de viaturas que foram adquiridas em 2012, por meio de antigo convênio entre a Estratégia Nacional de Segurança Pública na Fronteira (Enafron) com os governos estadual e federal.

“Infelizmente, grande parte dos veículos teve baixa ou está parada por falta de manutenção. Outras viaturas chegam a operar, por meio de custeamento com apoio ou parcerias – seja por meio da sociedade organizada civil ou prefeituras municipais. Realmente, há uma urgência para melhorias nestes quesitos para as forças de segurança da fronteira atenderem os propósitos das unidades de segurança pública”.

Um das principais atuações das forças de segurança na fronteira é para o combate ao tráfico internacional de drogas e apreensão de veículos roubados, sendo que no estado de Mato Grosso há uma área seca de 750 km e fluvial de 233 km de fronteira junto à Bolívia, o que totaliza 983 km e abrange cerca de 28 municípios.

De acordo com Bock, o encontro com o deputado Claudinei foi bastante relevante e estratégico, considerando essa vulnerabilidade existente de mais mil quilômetros de fronteira.

“Este olhar na fronteira de Mato Grosso, é um olhar para o Brasil e é um argumento que cabe perfeitamente perante os órgãos federais, buscando a captação de recursos em atenção à fronteira do estado”.

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