Na foto, da esquerda para a direita, Rogério Salles, Nilson Leitão e Zé Márcio Guedes: entrevista ao A TRIBUNA – (Foto – Deivid Rodrigues/A TRIBUNA)

 

A redução da desigualdade regional em Mato Grosso é para o candidato ao Senado pelo PSDB, AXNilson Leitão, o principal problema a ser superado no Estado, que concentra maior parte da riqueza nas mãos de poucos, e aponta a necessidade de geração de empregos para a recuperação da economia brasileira. O candidato esteve em Rondonópolis ontem (20) e, no final da tarde, foi recebido na redação do A TRIBUNA.

Ele estava acompanhado do seu segundo suplente na chapa, Zé Márcio Guedes e do ex-governador Rogério Salles.

“Temos que equilibrar a distribuição da riqueza, porque não podemos deixar uma grande parte da população sem oportunidades.

Alternativa é produzir em escala o que consumimos, pois Mato Grosso importa de outros estados quase tudo o que consome.

E podemos também nos tornar um grande produtor do que se consome. É preciso se promover uma revolução econômica no Estado”.

 

Ainda como forma de reduzir as desigualdades regionais, Leitão lembra de que é preciso discutir o Pacto Federativo urgentemente.

“Sou totalmente municipalista. Hoje 70% do que se arrecada em impostos fica em Brasília.

Isso precisa ser mudado, não só porque o município é onde as pessoas moram, mas porque também é mais fácil de ser fiscalizado, pelo próprio aparato de fiscalização, com vereadores, TCE, conselhos municipais, Ministério Público, imprensa e a própria população”, explica.

 

Para o Brasil, Leitão defende a manutenção do auxílio emergencial que considera necessário e também aponta a importância do socorro às empresas. Uma das propostas que o candidato apresenta é o perdão da dívida da Receita Federal de até R$ 20 mil para micro e pequenas empresas.

“Não tem porque o governo gastar o valor da dívida para tentar receber, na maioria das vezes nem recebe, e essas empresas ficam fechadas quando poderiam estar gerando emprego”,argumenta.

 

A desoneração da folha de pagamento durante o próximo ano é fundamental, segundo Leitão, para que se mantenha e gere emprego no país e a economia comece a se recuperar. “A obsessão nesse momento de retomada da economia é o emprego, e claro a manutenção do auxílio emergencial”, diz.

Campanha

Leitão também defendeu que a campanha para o Senado deveria ser propositiva. Ele entende que os ataques vêm ocorrendo, mas que vem buscando manter a campanha baseada em propostas.

O candidato também considera que esta eleição ao Senado, que acontece pela primeira vez junto com a eleição municipal, é diferenciada na relação aos apoios políticos, até mesmo porque a campanha ao Senado não pode ser conduzida junto com as dos candidatos a prefeito e vereadores.

Além disso, ele explica que há cidades com mais de um candidato a prefeito apoiando um mesmo candidato ao Senado.

 

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