Vadão lutava contra um câncer de fígado desde o início deste ano – (Foto: Arquivo/Assessoria/CBF)

 

Aos 63 anos, Oswaldo Fumeiro Alvarez, mais conhecido como Vadão, faleceu na tarde de ontem (25), em São Paulo (SP). A causa da morte foi um câncer no fígado, que evoluiu para outros órgãos. Vadão treinou a Seleção Brasileira feminina de futebol por duas vezes: a primeira de 2014 a 2016, quando as brasileiras disputaram a Olimpíada Rio 2016 – terminando na quarta posição geral -, e a segunda delas no ano passado, para a disputa da Copa do Mundo. A equipe foi desclassificada nas oitavas de final, ao perder para as anfitriãs francesas.

A CBF lamentou e se despediu do treinador com a mensagem: “Profissional leal, nunca mediu esforços no exercício da função e trouxe resultados fundamentais para a Seleção Feminina. O Futebol Brasileiro agradece sua contribuição!”.

O treinador teve passagem por grandes clubes brasileiros que prestaram homenagens ao técnico. Entre eles, o Corinthians, time que Vadão comandou na temporada de 2000.

A Portuguesa e a Ponte Preta também se manifestaram, assim como o São Paulo. “Campeão por nossa instituição e com enormes serviços prestados, será eternamente lembrado pelo caráter, pela competência e pelo profissionalismo”, lembrou o tricolor paulista.

A carreira de Vadão no futebol começou na meia-esquerda das categorias de base do Guarani. Ele também jogaria por Noroeste, Catanduvense e Botafogo, de São Paulo. Após se formar em Educação Física, foi preparador da Portuguesa e teve o primeiro trabalho como técnico no Mogi Mirim, ficando conhecido por montar, no início dos anos 90, o Carrossel Caipira.

O corpo de Vadão será sepultado na cidade natal do treinador, Monte Azul Paulista. Vadão deixa a esposa e dois filhos.

 

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